Tem horas que a gente deseja que o tempo passe rápido. Na infância não vemos a hora de crescer. Na adolescência não vemos a hora de chegarmos à maioridade, como se isso fosse trazer uma enorme mudança em nossas vidas. Nem sempre isso acontece, quando acontece não é na velocidade que o jovem almeja. Assim vamos desejando adiantar as horas! Terminar logo o expediente no trabalho para irmos para casa e poder, enfim, descansar, assistir TV, ficar com a família. Não fazer nada! Essa última dificilmente conseguimos, pois ao chegar em casa a janta nos espera para ser feita, a louça para ser lavada, os gatos para serem alimentados, a roupa suja aguarda no cesto, as plantas no quintal ressequidas e ansiosas por água fresca. Os afazeres que, segundo Mário Quintana, é a própria vida. Vamos sendo carregados de afazeres, responsabilidades, obrigações! No trabalho estamos sempre ligados, mesmo ao chegar em casa, porque o whatsapp nos aprisionou ao ambiente profissional, porque tem muita...
Quando escrevi a primeira postagem com mesmo título, novembro de 2025, ainda pensava no que fazer sobre minha vida funcional no início de 2026. Pois bem, de lá pra cá muita coisa ou quase nada aconteceu! Já explico essa incoerência na minha fala. O que aconteceu? Um projeto de lei que estava tramitando nos órgãos federais foi aprovado e se tornou LEI. Essa lei “trouxe” de volta para os servidores públicos da educação os cerca de dois anos usurpados no período da pandemia. Por que falo em usurpação? Porque todo mundo na educação se virou nos trinta, vez o possível e o impossível, para continuar trabalhando durante o período de afastamento social, a despeito disso somente a educação ficou sem esse tempo, o que impactou em contagem de tempo e recebimento de algumas vantagens, que são garantidas por LEI. O que não aconteceu? Apesar dessa lei estar aprovada, homologada e publicada, o governo estadual ainda não está cumprindo a Lei na sua íntegra, em especial, nos pagar o que temos direi...