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Altiva e majestosa paineira da Pinacoteca

Nesta época, outono (segunda quinzena de abril), ela é mais chamativa, pois está totalmente coberta de flores rosas.Certa vez ouvi uma histó...

Altiva e majestosa paineira da Pinacoteca

Nesta época, outono (segunda quinzena de abril), ela é mais chamativa, pois está totalmente coberta de flores rosas.Certa vez ouvi uma história, contada pela Prof.ª Clarice, professora de Geografia da rede estadual, que era amiga próxima da pessoa, que, segundo ela, contou a história do plantio desta belíssima e frondosa árvore, que embeleza a praça do antigo fórum.

 

Quem é morador de Botucatu ou passa pela cidade à passeio e visita o centro histórico, já deve ter notado na praça da Pinacoteca uma imensa paineira, que se localiza nos fundos da praça, na parte voltada para a Rua General Telles. Quem desce a general Telles nesta época, sentido centro (único sentido da rua, mão única) verá, mesmo de longe, uma árvore muito frondosa, cuja copa majestosa se visualiza a diversas quadras de distância.

Sempre gostei desta árvore, por isto tenho algumas fotos dela. A paineira é uma árvore bem comum na região, tanto que ao descermos a Serra de Botucatu, sentido Conchas, vemos belos espécimes dela, seja nas propriedades rurais ou em remanescentes de mata existentes na região.

Neste final de semana contatei a Clarice e pedi a ela, se poderia enviar um relato a respeito da história da paineira, porque não lembrava mais os detalhes.

Ela me relatou que em meados dos anos 1970 a benfeitora da nossa paineira, teria vindo passar uma temporada na cidade, mais especificamente na casa, onde hoje se localiza a loja da Universo Natural, ou na casa ao lado. O esposo de Branca Lucia Neiva de Carvalho e Silva, D. Branquinha, filha da benfeitora, o Dr. Amauri de Carvalho e Silva, teria um consultório no mesmo lugar, onde  também moravam.  Ele era médico pediatra e trabalhou muito tempo em postos de saúde, no Hospital Sorocabana. Com certeza várias gerações de crianças foram cuidadas por ele!

Como a D. Branca Lúcia, mãe de D. Branquinha, gostava muito de plantas, sempre estava por ali, nas imediações do antigo fórum, cuidava das plantas, assim resolveu então plantar a nossa querida paineira rosa, por isto ela foi plantada, onde está até hoje, em frente a casa onde morou a amada filha e família.

Busquei, na internet, fotos antigas do fórum, tentando encontrar alguma, que tivesse sido feita da rua general Telles, porque assim poderíamos ver se em tal registro ela, a paineira rosa, aparecia. Não tive muito sucesso nesta busca. Talvez algum parente de D. Branquinha, ou até mesmo, ex- funcionário do fórum tenha uma foto, que nos mostre o prédio visto da general Telles. Se alguém tiver e puder escanear e nos enviar colocaremos nesta postagem com o maior prazer!

Hoje, 24/04, passei pela rua General Telles, claro, parei para dar um oi para a nossa homenageada. Agora a florada dela não está mais tão chamativa, porque as flores estão pintando um imenso tapete rosa no entorno do seu imenso e forte caule.

Deixo mais abaixo  algumas imagens dela, assim você pode ter uma noção do tamanho desta cinquentenária!


Expediente:

Agradecimentos muito especiais:

- à Prof.ª Clarice Santos, que gentilmente me contou, pela segunda vez, a história do plantio da paineira.

- ao Prof. Eduardo Rosseto (Du), por ceder duas fotos, que estão ilustrando a postagem.


Foto by: Mary Delfiol

Foto by: Mary Delfiol



Foto by: Mary Delfiol

Foto by: Mary Delfiol

Foto by: Mary Delfiol



Foto by: Mary Delfiol


#botucatu    #spinterior    #paineirarosa    #paineira   #natureza    #nature    #história  

#cidade     #interior     #turismo     #pinacoteca    #pina   #pinacotecadointerior 

Incoerências da (IN)justiça

 

Entrei, há algum tempo, com um processo judicial para ter reconhecido o direito à aposentadoria especial como professor. Sou professora desde 1992, com apenas duas licenças saúde de 15 dias, durante toda minha vida funcional, sendo uma destas por acidente de trabalho e uma licença nojo, pela morte do meu pai. Duas destas licenças, a nojo e a por acidente de trabalho, não descontam para nada!

Estamos em 2021, só fazer as contas. Descontados cerca de 11 meses, que me afastei pela 202, sem pagar a previdência, que desconta do período aquisitivo.

Tive durante minha vida funcional afastamentos para atuar na Diretoria de Ensino com formação de professores, 3 anos como vice-diretor e professor coordenador, cerca de 11 anos na supervisão de ensino (onde estou atualmente).

Contextualizando para quem não é da área da educação. Meu cargo continua sendo na escola, onde é feita toda minha vida funcional.

Um outro esclarecimento. No Estado de São Paulo, diferente por exemplo do Paraná, o Supervisor de Ensino é supervisor de sistema, ou seja, ele é responsável por acompanhar e orientar um grupo de escolas estaduais, municipais e particulares. A quantidade de escolas varia de acordo com a Diretoria de Ensino, com a atribuição realizada a cada dois anos. Atualmente acompanho 3 escolas estaduais, 01 municipal, 3 escolas particulares. Já tive 8, 9 escolas.

O judiciário “entende” que supervisor de ensino está fora da escola. Não teria contato com a escola.

A questão é que, mesmo estando em outro prédio, nossa atividade profissional não ocorre somente atrás de uma mesa, como os senhores juízes, lendo, escrevendo, estudando, delegando, decidindo vidas com uma canetada! Não! Nossa atuação tem sim, uma parte burocrática, que atende demandas documentais da escola, envolvendo a vida de professores e alunos. MAS! SEMPRE TEM UM MAS! Nossa atuação, LEGALMENTE, exige visitas regulares de acompanhamento DENTRO DOS MUROS DAS ESCOLAS públicas e particulares.

Por que a atuação de um supervisor de ensino de sistema é importante? Vou citar só um exemplo: para que não sejam abertas escolas sem as mínimas condições exigidas POR LEI para receber alunos, professores e funcionários! Inclusive as escolas particulares onde estudam os filhos, netos, bisnetos, sobrinhos, sobrinhas dos senhores juízes e promotores passaram pelo crivo, fiscalização, olhar atento para então serem autorizadas! Se os alunos saem da escola particular, ou da pública, com a vida correta, sem erros, é devido ao trabalho da escola, mas à conferência de documentos, saneamento de erros administrativos, realizados pelo Supervisor de Ensino.

Ah! É também ao Supervisor de Ensino que os pais dos alunos das escolas particulares recorrem quando a sua prole vai ser reprovada no final do ano! Sim, os pais procuram o Supervisor de Ensino para saber se, LEGALMENTE, há como reverter a situação de reprovação do aluno! Não fazemos essa análise sozinhos, porque assim são evitados “entendimentos” pessoais, realizamos em comissão para que possamos discutir, esclarecer, e um contar com o CONHECIMENTO do outro e assim evitarmos injustiças.

Feitos estes esclarecimentos necessários para se entender como ocorre a atuação profissional de um Supervisor de Ensino vamos retomar o objetivo desta postagem.

Apesar de haver decisões, não uma, mas várias, decisões transitadas em julgado, que deram a outros Supervisores de Ensino ou Supervisores Escolares (nomenclatura utilizada em alguns municípios) o senhor juiz, que analisou meu caso, “ENTENDEU” que não tenho direito à aposentadoria especial. Ele “ENTENDEU” também, que  dos 3 anos de vice-direção e coordenação DENTRO DOS MUROS DA ESCOLA, somente 2 (DOIS) anos entrarão como “tempo para aposentadoria especial”.

Em artigo do site JusBrasil, que aborda a subjetividade presente nas decisões judiciais, o autor conclui o artigo afirmando que:

Fonte: http://obviousmag.org/

E, corrobora com a tese de Hutcheson, o fato de haver decisões judiciais conflitantes sobre um mesmo assunto. Mesmo com julgados, insistem julgadores em julgar de forma divergente, comprovando uma carga de subjetividade em suas decisões. Mesmo que os julgadores se utilizem de bases extralegais, não é sempre que é possível perceber essa escolha, pois o julgador aproveita da complexidade do sistema jurídico para ludibriar suas ações.” 


Mesmo havendo outras decisões favoráveis à aposentadoria especial para o Supervisor de Ensino, o juiz que analisou o meu caso ignorou a jurisprudência existente para dar o seu parecer de acordo com o “seu entendimento”.

Na minha atuação como Supervisor de Ensino, ciente de que meu trabalho burocrático envolve VIDAS DE PROFESSORES, DE ALUNOS, DE PESSOAS, busco estudar, claro e sempre, mas busco o apoio de outros profissionais para analisarmos determinadas situações objetivando sempre evitar o erro e o prejuízo aos alunos, aos professores.

Esta atuação, minha enquanto profissional da Educação, busca o atendimento com urbanidade, decisões com equidade e sem opiniões e entendimentos pessoais, mas embasadas no DIREITO de cada um expresso nas legislações educacionais e no ECA-Estatuto da Criança e do Adolescente.

 

Fonte da citação: Conceito da Decisão Judicial (jusbrasil.com.br) acesso em: 10/04/2021

De novo o #iamspe

 

Sou servidora pública desde 1992. Nunca fiquei sem vínculo com o estado. Estamos em 2.021. Faça as contas! Pago o #iamspe, “convênio” dos servidores públicos, desde 1.992.

Durante diversos anos paguei, paralelamente, um convênio particular, cujo valor era promocional, devido à parceria com uma associação dos servidores públicos.

Paguei o #iamspe SEM NUNCA USAR DE 1992 A 2009, ou seja, 17 (dezessete anos) só pagando sem usar!

Quando mudamos para o interior do estado, comecei a usar, porque deixei de pagar o outro convênio, até porque quando chegamos na nova cidade HAVIA  uma rede particular credenciada, pequena, que atendia exames, consultas, além da Unesp da cidade, que também já atendia pelo #iamspe.

Muito pouco tempo depois, um ano ou dois, de nossa chegada no interior foram descredenciadas as clínicas e os laboratórios de análises clínicas! 

Restou somente um local particular, que atende para consultas ginecológicas. Se quiser fazer exame, como o Papanicolau, o #iamspe não paga nesta clínica! Veja o contrassenso. A mulher vai até a clínica, é consultada, mas não pode coletar o Papanicolau, porque o “convênio” não paga o exame! Eles também fazem ultrassom. Se a mulher precisar fazer um ultrassom, NÃO PODE FAZER NESTE LUGAR. POR QUÊ? O #iamspe não paga!

Como é o atendimento pelo #iamspe? 

Vou falar aqui dos obstáculos, que são colocados pelo próprio "convênio" para que possamos ser atendidos. Não vou falar dos profissionais da Unesp, onde a maioria dos médicos nos atende bem. Claro que tem uns, que parecem que só querem nos atender em menos de 5 minutos e nos despachar, como se estivessem fazendo um favor, ou  atendendo a um “leproso”, mas repito, felizmente estes NÃO SÃO A MAIORIA!

Um esclarecimento: a Unesp atende o #sus e diversos convênios particulares, não tenho a lista, mas já a vi colada na parede do local, onde se fazia a carteirinha da instituição.

Por atender pelo #sus, isto significa dizer, que atende todos os pequenos municípios de nossa região e de outras, onde não se tem nada além de uma pequena UBS para atender a população. As vezes que já estive na Unesp vi ônibus grandes, vários, chegando lotados, além das centenas de ambulâncias de cidades, cujos nomes são os mais diversos, de municípios de regiões longínquas, algumas a mais de 600 quilômetros daqui.

Quais as dificuldades/obstáculos, que o #iamspe coloca para os PAGANTES? Para os servidores públicos, QUE PAGAM E MANTÊM O #iamspe? Sim, os servidores! NÃO É O ESTADO, QUEM MANTÉM O INSTITUTO! ALIÁS O ESTADO ENTRA COM UM VALOR ÍNFIMO, INSIGNIFICANTE, IRRISÓRIO!

Então vamos aos obstáculos impostos pelo #iamspe aos servidores PAGANTES?

1.       Cotas para consultas.

2.       Agendas médicas abertas, cujas vagas se esgotam em um piscar de olhos! Ou seja, não se sabe quantas vagas existem para o atendimento aos PAGANTES DO #iamspe!

3.       Algumas especialidades NUNCA TÊM VAGA! Como é o caso do oftalmo, por exemplo!

4.       Retorno com o médico, NÃO É DEFINIDO PELO MÉDICO! O que o médico escreve dizendo o período necessário para o retorno, NUNCA É LEVADO EM CONTA! QUEM VAI DEFINIR A DATA DO SEU RETORNO É O #iamspe de acordo com as conveniências do #iamspe, NUNCA DE ACORDO COM A NECESSIDADE DO PACIENTE, MUITO MENOS DE ACORDO COM A ESPECIFICAÇÃO MÉDICA!

5.       Certas terapias NÃO TEMOS DIREITO!

6.       Consultas não são marcadas de acordo com a necessidade do paciente! SOMENTE SE HOUVER VAGA, QUANDO HOUVER VAGA, SE HOUVER AGENDA ABERTA, SE FOR DE INTERESSE DO CONVÊNIO!

7.       O que a gente houve com frequência? Em Bauru tem vaga para esta especialidade. Em Bauru ou Sorocaba você pode fazer este exame!

Um absurdo que uma cidade como a nossa, onde se tem, segundo dizem, a maior quantidade per capita de médicos por habitantes a gente não tenha o direito de fazer consultas e exames sempre na cidade onde moramos!

Esta semana, depois de aguardar cerca de dois anos, passei com um médico. Evitei ao máximo marcar qualquer coisa, devido à pandemia, mas como a pandemia não acaba, a gente precisa cuidar da saúde, até porque com o teletrabalho surgiram doenças laborais, ou doenças, que já existiam pioraram e muito!

Fiz um comentário com o médico sobre as dificuldades com o #iamspe. O que ouvi? “Se você um dia precisar de uma cirurgia então...”

Você deve estar achando, que estou exagerando, afinal o discurso oficial é “Nós cuidamos das pessoas.” Ou ainda “O mais importante são as pessoas.”

Abaixo estão as negativas, que já tive, em alguns anos, por exemplo, de consulta com oftalmo.

Por que preciso consultar um oftalmo regularmente?

1.       É um DIREITO MEU TER ACESSO ÀS CONSULTAS.

2.       PAGO PARA ISTO MENSALMENTE, E DO ANO PASSADO PARA CÁ HOUVE UM ALMENTO SIGNIFICATIVO NESTES DESCONTOS.

3.       O ESTADO NÃO ESTÁ ME FAZENDO NENHUM FAVOR!

4.       UTILIZO ÓCULOS DESDE OS 23 ANOS E PRECISO DE ACOMPANHAMENTO REGULAR!

Preciso de outro profissional, a quem devo recorrer a cada 3 (três ou quatro meses) por ano, mas este como NÃO CONSIGO NUNCA MARCAR AS CONSULTAS COM ESTA REGULARIDADE, sou obrigada a pagar as consultas! Por que não consigo marcar? O “convênio” #iamspe NÃO PERMITE! NÃO DEIXA MARCAR CONSULTAS, QUANDO NÓS NECESSITAMOS!

NÓS PAGAMOS O #iamspe. NÓS MANTEMOS FINANCEIRAMENTE O #iamspe, MAS O #iamspe NOS TRATA COMO SE ESTIVESSE NOS FAZENDO UM FAVOR! NÃO SOMOS TRATADOS COM O RESPEITO, QUE MERECEMOS!

Somos os mantenedores do #iamspe e não temos, no Instituto, transparência nos gastos com o nosso dinheiro! Transparência nos gastos de recursos, no setor público, É OBRIGAÇÃO!

Abaixo alguns registros das negativas, que já tive no desde que comecei a utilizar o referido “convênio”. Isto sem falar, que diversas vezes desisti de marcar consulta, ou retorno, devido às dificuldades impostas pelo #iamspe para OS PAGANTES!

Os registros só existem a partir do momento, que pudemos fazer agendamento pelo site, porque antes as tentativas de agendamento ocorriam por telefone, bem como as respostas negativas.








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Pequena crônica do desassossego

 

Hoje, por volta das 15h20, estava, a exemplo do que vem ocorrendo há cerca de uns  nove dias trabalhando em casa, pois estou em home office, devido à pandemia de covid-19, como centenas, milhares de pessoas, restritas as suas casas, torcendo pra tudo isto acabar.

Ouvi alguém batendo palmas no portão. Fui atender, mas não cheguei nem próximo do portão.

De onde estava mesmo visualizei uma pessoa. Sem máscara! Um homem, jovem, cerca de uns 25 anos, talvez mais.

A pessoa em questão puxava um carrinho, como aqueles de carregar malas ou de ir à feira, com umas embalagens de plástico, daquelas que a gente não resiste, vive comprando... E vive perdendo! Perdendo as tampas.

De longe mesmo ouvi o rapaz me oferecendo um kit delas, sei lá, com umas seis ou sete, talvez mais. Primeiro, acho a trinta reais. Eu, educadamente, respondi que não. Em seguida baixou o preço. Mais uma vez respondi que não, não precisava. Veio se achegando ao portão, o semblante já havia mudado. Mais uma vez me interpelou, meio querendo me obrigar a comprar. Baixou o preço. Respondi, do mesmo lugar onde estava: “Moço, agradeço, mas não quero. Não preciso!” As perguntas e as negativas duraram alguns minutos. Ainda bem, que não saí do lugar. Primeiro porque eu estava sem máscara. O cidadão também. Segundo          que depois deste breve diálogo, quando disse meu último não, o indivíduo,  visivelmente nervoso, cara de bravo, se aproximou do próprio carrinho, empurrou, bateu nele com as embalagens plásticas, que tinha em um saco, que estava nas mãos dele. Me deu medo!

Voltei para o meu local de trabalho, mas não fiquei mais tranquila!

De vez em quando me levantava e ia até o meio do corredor da casa, como diz o caipira, “ia assuntar”, ver se tinha algum movimento na rua.

Normalmente, em outros tempos, não tenho receio de atender as pessoas, de conversar, mesmo que meio de longe, as vezes, vou até no portão converso e despacho o/a pessoa, que tocou a campainha. Não sou antissocial!

Mas hoje, fiquei aliviada, de ter tido este insight e não ter me aproximado!

 

Rima com pão

Pão rima com canção.

Pão rima com irmão.

Pão rima com coração.


Quem já não comeu

um gostoso pão ouvindo

uma canção?


Quem já não comeu 

um pão caseiro,

um pão com goiabada cascão,

feitos pela mãe?


Quem já não dividiu o 

seu único pão com presunto

com seu irmão?


Quem não guardou no coração

aquele encontro gostoso com seu amor,

regado a um café quentinho

e ao lado da xícara um delicioso francesinho?


Em cada um dos meus versos

canção, coração, irmão,

afeto, carinho, sentimento,

o pão presente em todos os momentos.


#pão   #rima   #poema    #sentimento   #poesia   


"As estações" e a live do livro


Dizem que na vida a gente precisa realizar três coisas “Plantar uma árvore. Fazer um filho. Escrever um livro.”

Não sei se o Prof. Gérson plantou uma árvore, mas acredito que tenha feito, pois como ele narra em uma de suas crônicas, do livro “As Estações”, teve origem na roça, assim tem, acredito, um amor especial à natureza.

Ele realizou o segundo item da pequenina, e importantíssima lista, tem três filhos, cujo amor incondicional externou ontem na live de lançamento do livro.

Claro, vocês, leitores, já estão sabendo, que ela lançou ontem o livro de crônicas “As estações”. 




Na live foram abordadas, pelo editor, algumas características das crônicas: são autobiográficas, conversam entre si, emocionam, tratam de momentos tristes, felizes. Também conversam com a religiosidade, afinal o autor  é pastor dedicado da Igreja Presbiteriana.

O próprio autor, na live, explicou o porquê do título da obra. Foi pensado justamente pela similaridade das estações do ano com as fases da vida, ainda pela relação existente entre o percurso de um trem, as paradas nas estações, onde alguns descem, outros entram no trem, alguns são recepcionados com alegria, outros descem, talvez, sem se despedir e quem fica chora, e transborda sentimentos!

Na live de ontem transbordaram sentimentos!

O amor do marido pelo pai, Sr. Armando, o qual foi a primeira pessoa a receber, anteriormente, um livro do filho amado, agora também escritor de livros! Que orgulho para um pai, que estudou somente a primeira série primária, mas que estudou, e muito, nos livros da vida.

Amor do marido pela esposa, segunda pessoa a receber o livro, durante a live.

Amor de pai, como relatado acima, declarado durante a entrega dos livros aos filhos Jézer e Jéssica, bem como a mensagem saudosa para a filha, Laís, que se encontra em viagem.

E aquele amor, reconhecimento, pelo apoio e dedicação na alfabetização do menino Gérson? O autor reencontrou, recentemente, sua primeira professora, cujo encontro inicialmente ocorreu pelo facebook. Ela recebeu, das mãos do autor, um livro! Momento importantíssimo registrado em fotos. Imagino a alegria da Professora ao ser procurada e lembrada com tanto carinho pelo ex-aluno.

E do que fala o livro “As estações”? Das vivências nas diversas estações da vida do Gérson como filho, marido, pai, professor, pastor, entre outras!

Prof. Gérson escreve de forma, que você, leitor, se sentirá dentro da crônica, ou talvez, observando da objetiva de uma máquina fotográfica ou de uma filmadora as passagens relatadas por ele.

O que mais me chamou a atenção na live?

O apoio da família Trevisan! A esposa e os filhos, nos bastidores, assistindo e auxiliando nas atividades: anotando os nomes dos “presentes” para o sorteio e os agradecimentos, relembrando algo que tenha passado despercebido. As irmãs do autor orgulhosamente assistindo a live! 

Não vou dar mais “spoilers” sobre a live! Você poderá assisti-la, pois acredito que ficará disponível no facebook.

Aposto que está curioso e quer ler o livro!

“As estações”, do Prof. Gérson Trevisan, está disponível para pré-venda no site da AMAZON (Amazon.com.br : as estações gérson trevisan ) e no site da Editora OK Linguística: http://www.oklinguistica.com.br/loja/product/2-estacoes

Boa compra! E excelente leitura!

 

Fonte:

Imagens: do site da amazon

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