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Jovens escritoras unidas pela palavra

Tenho lido, com certa frequência, crônicas de duas jovens escritoras. Uma filha de uma grande amiga e a outra com quem convivi, enquanto ela estudava o ensino fundamental em uma escola, onde trabalhei por algum tempo.
O que liga estas duas jovens? A escrita, a juventude, a profissão.
Ambas amam escrever e comunicar suas ideias, seus sentimentos, suas inquietações, suas iras, suas estupefações, enfim, seu olhar pelas pessoas, pelas cidades, pelas amizades, amores.
Elas também são bem jovens. Uma, filha da amiga, tem cerca de 20 e poucos anos. A outra tem cerca de uns 19, 20 anos.
Ambas estão envolvidas com o jornalismo!
A Ana lida com as dificuldades de estar em busca de seu espaço profissional nesta profissão concorrida e não muito valorizada, com pouco espaço em cidades interioranas. Também vive questões do seu cotidiano de mulher, jovem, inteligente e de visão muito clara de si, do outro, de suas posições diante da vida e do ser mulher.
Mariana está na faculdade. Também vivencia seu cotidiano, que revela em suas postagens no blog “Textos de apartamento; o mundo além das janelas”, que ela retomou recentemente, após um período de silêncio virtual.
Leio as postagens de ambas no Facebook, blog, jornais virtuais. Acompanho suas histórias cotidianas e literárias regularmente!
Vejo, com alegria, jovens como elas usando a palavra escrita para falar da vida, amores, decepções, ideias, planos, sonhos, amigos!
Vejo também o quanto a internet nos possibilitou esta democratização da escrita, por meio dos blogs, sites, Facebook. 
Há algum tempo era inimaginável ler, de forma tão democrática, os textos destas moças! Seria preciso comprar o livro! Não que ele não seja mais necessário! Por outro é preciso, que pessoas, profissionais como elas, e tantos outros, sejam reconhecidos pelo seu fazer! Escrever não é fácil! Exige investimento financeiro, exige muito tempo, exige dedicação, exige pesquisa, exige leituras diversas, gastos com livros, vídeos, peças de teatros, enfim... exige DINHEIRO!
O mercado, as mídias, precisam dar oportunidades aos jovens talentos! Precisam abrir espaço para estas pessoas cheias de ideias e vontade de mostrar a que vieram!
Torço muito por vocês, Maria Luisa Bergamasco e Mariana Rosetti Maia!
Conheçam mais destas duas jovens promissoras escritoras!

Maria Luisa escreveu, por algum tempo, para o Jornal Da Cidade, onde vocês poderão encontrar suas crônicas: http://www.dacidade.com.br/colunista/58/maria-luisa-bergamasco.html

Invasão dos pisos intertravados

Na cidade onde moramos as praças, reformadas ou novas, têm seus pisos de piso intertravado. O calçadão de uma avenida famosa também. Até aí, tudo bem.
Vi, no jornal regional, cenas de outra cidade da região, maior, onde aparecia parte de um calçamento e... lá estava ele! O mesmo tipo de piso.
Estivemos, nesta semana, em uma cidade do interior de Minas. Na principal avenida da cidadezinha o calçamento do canteiro central estava sendo todo trocado. Muito bom! Estava precisando dar uma renovada! Adivinhem qual o tipo de material utilizado?
Não sou contra melhorar a infraestrutura dos canteiros centrais, praças, calçadas.


O que vi, nas cidades citadas, é um calçamento feito de tal forma, que rapidamente os pisos colocados se soltam, pois os mesmos estão sendo colocados sem nada para fixá-los no local. Como se o fato de levarem este nome “intertravado” fosse resolver o problema.
Aqui em nossa cidade, no calçadão, vemos alguns se soltando, em especial, aqueles que foram recortados para locais próximos a postes, margens das calçadas.
Na cidade onde estivemos, onde os pisos estavam ainda sendo colocados, se via o mesmo problema. Calçamento recém-colocado e alguns soltos, sendo levados, talvez, nos pés dos transeuntes, que necessariamente transitam e transitarão por estes espaços, afinal as calçadas, calçadões servem para isto: tráfego de pessoas.
Quais as consequências disto? Reformas de praças, calçadas, que acabaram de ser feitas! E o que mais? O tempo vai mostrar, se estes pisos continuarão nos seus devidos lugares.
Será que os profissionais, que estão executando o serviço de colocação do pisos intertravados foram orientados e capacitados para tal trabalho? Será que dispunham de todos os materiais e máquinas necessários para realizá-lo com qualidade? Cadê os engenheiros das Prefeituras, que deveriam acompanhar as obras públicas? Cadê os fiscais de obras?
Este dinheiro, não é pouco, utilizado para fazer estas e outras obras nas cidades pelo Brasil afora é meu! É seu! É nosso! Ele é oriundo dos muitos e pesadíssimos impostos, que pagamos direta ou indiretamente! Quero que seja bem gasto!
Veja na sua cidade. Será que tem obras usando este material? Como está sendo feito?

Há sites de empresas, que fornecem tais pisos, nos quais se orienta a colocação correta dos mesmos. Até vídeos demonstrando a execução de um serviço são disponibilizados nestes sites. 

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