Há dez anos e alguns meses eu chegava à Supervisão de Ensino. Após ter realizado uma inscrição e me candidatado em um processo, que ocorria anualmente. Fiz minha inscrição sem ter muita certeza se iria ou não. Havia atuado em uma Diretoria de Ensino, mas em trabalho essencialmente pedagógico, onde atuei por cerca de treze anos com formação de professores. Na ocasião de minha inscrição fui atendida por uma ex-supervisora, a Clothildes Zuccari, que perguntou se eu pretendia ir para a Supervisão ou não. Diante da minha hesitação, que externei, ouvi dela que “Devia ir sim. Que ela e todos me auxiliariam no que fosse preciso!”. Esta fala da “Clô” foi decisiva para mim. Realmente assim foi. Fui, sem saber quase nada, pois era um setor diferente das experiências, que tinha tido até então. Com uma burocracia diferente, com rotinas de trabalho diferentes. Tive sorte, pois era um período um pouco mais tranquilo, no qual, mesmo com muito trabalho, conseguíamos fazer as visitas escolar...
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