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João Delfiol Construções

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Incoerências da (IN)justiça

  Entrei, há algum tempo, com um processo judicial para ter reconhecido o direito à aposentadoria especial como professor. Sou professora de...

Leitura, escrita e o mercado de trabalho


Atualmente vemos, inclusive nas mídias, um certo descaso com a Língua escrita. Não raro vemos na televisão erros crassos de escrita em legendas de notícias, filmes. Vemos também, principalmente em jornais on line, erros tão grosseiros, que prejudicam e muito a qualidade da informação, que se tentou veicular por meio daquela matéria jornalística.
Por que estou tratando deste tema? São vários motivos, mas vou me ater a alguns:
1.    É a nossa língua, aquela que usamos desde que começamos a falar e vai nos acompanhar a vida toda!
2.    É ela quem nos identifica, enquanto Povo, Nação.
3.    E é uma das línguas faladas em vários países, inclusive o nosso de dimensões continentais e uma população, que já ultrapassou, em 2018, os 208 milhões de habitantes, segundo dados do IBGE.
Só por estas razões deveríamos ter mais amor e apreço a ela, nossa Língua Portuguesa.
Se ainda assim você não está convencido da necessidade de escrever cada vez melhor e com mais correção, vou dar mais alguns motivos.
Esta semana assistindo a uma série, que está sendo veiculada no jornal regional, que trata das dificuldades e possibilidades de se conseguir um trabalho ouvi uma informação, que corrobora esta necessidade premente.
Na referida matéria estavam entrevistando pessoas, que atuam nos setores de recursos humanos de grandes empresas, questionando-os sobre o processo de seleção.
Uma especialista em RH relatou que recebem centenas de currículos, quando tem processo seletivo aberto, que para iniciar a seleção começam por este documento. Nesta primeira atividade já eliminam muita gente! Como? Leem o currículo do candidato e ao encontrar erros de escrita já vão excluindo estas pessoas. Depois eles partem para outros critérios!
Viram só? Será que você que está lendo este texto, procurando um emprego, entregando currículos quase todos os dias, aguardando um telefonema de uma empresa, não está cometendo esta falha? Se você está buscando um trabalho, logo a primeira ação é retomar seu currículo, se preciso, com outra pessoa ao seu lado, que possa fazer a leitura do documento e indicar as incorreções presentes no documento.
Este é um primeiro passo.
Se você precisou que outra pessoa lesse seu currículo para orientá-lo a respeito das correções, claro, necessitará tomar mais uma decisão importante: o que vou fazer para melhorar os meus conhecimentos sobre a Língua Portuguesa? Terminou seus estudos e saiu com problemas para ler e escrever? Busque ajuda! Há projetos que trabalham com aulas de voluntários, há professores que ministram aulas particulares com foco nas dificuldades do aluno.
Você leu, ou está lendo esta postagem, talvez tenha percebido, que, mesmo eu sabendo que o meu público é bem diverso, usei, de propósito, algumas palavras mais difíceis, menos comuns.
Por quê?
Porque uma maneira de melhorar nossos conhecimentos sobre a nossa Língua é termos como hábito o de pesquisar o significado das palavras. Esta pesquisa pode ser no antigo, e valioso, dicionário impresso. Sabe aquele que fica enfiado no fundo de uma estante? Este mesmo! Se você é mais tecnológico e não gosta dele, não tem problema, pois poderá pesquisar em dicionários gratuitos na internet, como o Michaellis. Se você não gosta e quer algo mais ágil, poderá baixar um aplicativo no seu celular e pesquisar nele, assim este amigo precioso andará com você e o salvará de alguns vexames. Quer dica de um aplicativo? Eu baixei, há algum tempo, o APP  “Sinônimos”, que é fácil de usar e é gratuito. Quando falamos em pesquisa de vocábulos, isto nos leva ao ato anterior a ela: a leitura! A leitura precisa entrar em nossa vida e fazer parte dela diariamente! De início, talvez, você fará por obrigação, mas com o passar do tempo perceberá o quanto este hábito simples, poderá transformar muitos aspectos da sua vida! Quais aspectos? Primeiro: poder conversar e entender as outras pessoas com mais e com menos conhecimentos. Segundo: passará a ter menos necessidade de ir ao dicionário, à medida que o seu repertório for ampliado. Terceiro: passará a escrever cada vez melhor, com mais facilidade e fluidez de pensamento.

#leitura   #escrita   #mercadodetrabalho   #trabalho   #emprego     #app   #aplicativo    
#currículo      #informação  

Vivemos em um País mais ou menos democrático?



Me incomodam certas situações em nosso País. Uma delas é falarmos de boca cheia “Vivemos em uma democracia.” Por que esta fala me incomoda muitíssimo?
Primeiro vamos resgatar o verdadeiro significado de democracia! Qual seria? Não vou dar aula de História, mas relembremos que os conceitos de democracia começaram com os gregos. No site https://www.sabedoriapolitica.com.br/products/historia-da-democracia/ vocês poderão encontrar informações a respeito. Entre elas, o texto finaliza com o seguinte, após fazer uma retrospectiva dos pensamentos sobre a democracia desde os gregos até os dias atuais:
“Certamente nenhum regime histórico jamais observou inteiramente o ditado de todas estas regras; e por isso é lícito falar de regimes mais ou menos democráticos. Não é possível estabelecer quantas regras devem ser observadas para que um regime possa dizer-se democrático. Pode afirmar-se somente que um regime que não observa nenhuma não é certamente um regime democrático, pelo menos até que se tenha definido o significado comportamental de Democracia. (BOBBIO, MATTEUCCI, PASQUINI, 1998, p. 327).
Vamos falar aqui, de situações próximas de nosso cotidiano, para exemplificar a nossa frágil democracia...
Pensemos primeiro na legislação dos Estados!
Há estado, por exemplo, que traz no seu estatuto do funcionalismo regras, quanto ao sigilo de informações. Até aí, tudo bem, até porque os Estados lidam com uma gama de informações e muitas delas de interesse de mercados e empresas.
E quando o Estado proíbe seu funcionalismo de falar da precariedade das instituições, que impactam fortemente os serviços públicos, que são prestados ao povo? Este tipo de sigilo está a favor do povo? É democrático negar ao povo as informações, que atingem sua vida diariamente em hospitais, escolas, postos de saúde, nas delegacias de polícia e em outras tantas instituições públicas?
No artigo 1º da Constituição de 1988 temos:
Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.
Que poder é este? Se temos nosso direito a voz cerceado por inúmeras leis?
Na carta magna, onde se tratam dos direitos fundamentais temos estes incisos, que tratam da liberdade de manifestação e expressão:
“IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;
Aí você, leitor, pode questionar... mas a mídia mostra os problemas, as precariedades das instituições... e eu pergunto “Mostra tudo?”
Vamos pensar em como são feitas as matérias televisivas. Primeiro o âncora chama a notícia mostrando algum problema em um hospital público, por exemplo, mostra as imagens, depoimentos de pessoas, que estão com entes queridos nos corredores sem atendimento, ou então de pessoas que viram um parente morrer por falta de atendimento ou por atendimento deficiente. Em seguida, o direito de resposta, é dado ao governante que vem com coisas do tipo “Isto é um problema pontual.” Ou então “Estamos averiguando o que houve e vamos apurar as responsabilidades.”  Encerram a matéria com estas falas “padrão”.
Você cidadão se contenta com esta informação e acha que tudo será resolvido! Que o governador vai apurar, vai mandar, vai fazer e acontecer!
No órgão público, seja ele qual for, certas ações e procedimentos são totalmente centralizados pelas Secretarias, Ministérios. O que isto quer dizer? Que o funcionário público não tem poder para resolver a maioria dos problemas com os quais convive diariamente, que afetam a população! As verbas enviadas para os órgãos indiretos da administração pública já vêm destinadas, ou seja, devem ser gastas para a finalidade prevista no tipo de recurso. Há instituições que recebem verbas escassas e com regularidade indefinida. O que é isto? Ora a verba é depositada a cada três meses. Ora a cada 4, 5 meses... Ora não é depositada.
O chefe de um destes órgãos consegue se planejar, se nem sabe se vai receber dinheiro para manter os serviços essenciais da instituição?
Vou fazer aqui um retrospecto, que tem tudo a ver com esta situação!
Há algumas décadas se iniciou, nas redes públicas, a informatização. Qual era a propaganda? Com a informática a burocracia vai diminuir. Vai diminuir os problemas. Certos problemas, como pagamento, por exemplo, serão sanados mais rapidamente! Os procedimentos serão agilizados!
Aconteceu isto?
Não! Não! Não!
Charge: tourosemfoco.blogspot.com
A burocracia é imensa! Ainda se enviam processos pelos correios! Processos de assuntos, que deveriam ser resolvidos muito mais rapidamente, pois impactam na vida de milhares de servidores. Impactam na qualidade do serviço prestado ao público! E por que não se informatizam este tipo de procedimento se há mecanismos para tal?
O que mudou com a informatização?
Diminui-se a quantidade de pessoas trabalhando nas instituições! As cobranças diárias de informações, que constam nos sistemas aumentaram. Aí você pode perguntar, mas se as informações constam no sistema, por que pedir por e-mail para os órgãos indiretos da administração?
Então... aliás... não se pede! Se manda... e pronto!
O servidor sugere melhorias? Até se tenta sugerir, mas não são ouvidos!
Você deve achar, que há democracia no setor público!!!
Que quem sabe as necessidades do seu trabalho, da sua função, pode retroalimentar o sistema com informações para melhorá-lo, aprimorá-lo. De fato, isto está previsto em algumas legislações. Esta retroalimentação é praticada e estimulada pelas chefias superiores?
Não! Não! Não!
Temos diversos sistemas, que não “se conversam”! Temos diversos sistemas informáticos, cujas informações não migram de um para outro! E quando migram... “tudo vira bosta”!
Vivemos no século XXI e com problemas ainda do século XX ou XIX!
Décadas passadas depois da entrada dos primeiros computadores no serviço público, ainda nadamos contra problemas antigos! Que tipo? O pior deles! Pessoas que trabalham meses e meses, mas cujo pagamento demora, muitos mais meses para chegar! Quando chega o “leão” imenso do imposto de renda abocanha uma boa parte, pois para ele, o leão, parece, que aquele servidor recebe mensalmente uma fábula! Este dinheiro é devolvido ao servidor, após resolver seu pagamento? Claro que não!
Cadê os gênios da informática, que estão nos órgãos centrais?
Cadê os administradores trazidos para os órgãos públicos, a cada novo mandato, para resolver problemas?
Dito tudo isto, volto a um dos excertos citados acima... Vivemos em “regimes mais ou menos democráticos?”
Não sei sua opinião, mas a minha é que vivemos em “regimes MENOS democráticos”!





Vai fazer o encceja 2019?


Para aqueles que farão, pela primeira vez, a prova do ENCCEJA, neste blog há alguns textos a respeito! 
No link abaixo tem várias orientações a respeito da inscrição: cronograma, orientações para inscrição e a justificativa de ausência. Quem se inscreveu no ano anterior, e não apareceu para fazer a prova, terá que justificar  a ausência!
No edital, que regulava a avaliação do ano passado (2018) as orientações quanto à justificativa:
“1.9.1 A justificativa a que se refere o item 1.9 deverá ser realizada, obrigatoriamente, em sistema próprio, mediante a inserção de atestado médico, documento judicial, certidão pública ou boletim de ocorrência que comprove e justifique a ausência ao Exame. Não será aceita declaração emitida pelo próprio PARTICIPANTE, pais e/ou responsáveis;
1.9.2 Caso o PARTICIPANTE não justifique a sua ausência na forma descrita no subitem 1.9.1, deverá ressarcir ao Inep o custo do Exame a ser divulgado no ano seguinte, mediante o recolhimento do valor estabelecido em Edital, por meio de Guia de Recolhimento da União - GRU, que será gerada na página do PARTICIPANTE: h t t p : / / e n c c e j a n a c i o n a l . i n e p . g o v. b r / e n c c e j a”
Neste mesmo site (link acima) você encontrará um link, que o redirecionará para baixar materiais de estudo para quem fará a avaliação do ensino fundamental ou do ensino médio. Também há como baixar as provas e gabaritos do ano anterior, e de outros anos.
Se você baixar as provas, das disciplinas que prestará, e fizer as questões, com seriedade, depois revisar usando o gabarito, conhecerá o estilo de prova, como são elaboradas as questões e as alternativas. Poderá também cronometrar o tempo, que gasta fazendo cada questão.
No edital do ENCCEJA deste ano também constam exigências, quanto à justificativa de ausência.
Como a prova já tem data prevista, no cronograma existente no link acima, poderá elaborar um cronograma diário de estudos!
É IMPORTANTÍSSIMO QUE VOCÊ LEIA NA ÍNTEGRA O EDITAL, DO LINK ACIMA, POIS É ELE QUEM DISCIPLINA AS AVALIAÇÕES DESTE ANO!
Bons estudos! Boa prova! Boa sorte!!

#encceja   #encceja2019   #avaliação     #certificação    #dicas   #prova     

Concurseiro? Esta postagem é para você!


“Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não lêem.”
Mario Quintana

Vou contar um pouco de minha experiência em concursos públicos. Já fiz vários e fui aprovada em todos!
Fiz concurso do SESI, por duas vezes!
Concurso da Prefeitura de Santo André para Professor.
Fiz concurso para Diretor de Escola, por duas vezes, sendo aprovada nas duas. No último concurso em 2017, entre 30.000 candidatos no Estado de São  Paulo, passei na colocação 228º.
Prestei duas vezes para concurso de Supervisor de Ensino, um em 2008, outro agora em 2019. No de 2008 não fiquei bem classificada e a quantidade de vagas oferecidas, até o concurso caducar, não chegou até a minha colocação.  No concurso de 2019, que está em curso, não tenho todos os resultados, mas na prova objetiva tive 75% de aproveitamento, ou seja, de acertos.
Somente no concurso para Diretor de Escola de 2017 fiz um curso, aos sábados, por cerca de um ano, com uma empresa especializada em concursos. Apesar de ser uma empresa especialista no assunto, nem todos os professores contratados vinham para trabalhar, por isto não assisti todas as aulas na íntegra! Após trabalhar a semana toda eu não ia para lá para ouvir um “embromation”. Eu ia para aproveitar os conhecimentos, que aquele profissional me proporcionaria. Não estava rendendo? Tchau!! Ia pra casa descansar!
Já ia me esquecendo... Também fiz concurso para Professor de Educação Básica II, o qual assumi e estou para me aposentar, em breve.... se o Governo atual não mudar as regras...
Pela leitura acima talvez você esteja se perguntando, como fui aprovada, se não fiz cursos específicos!
Bem, todos os concursos são da área para a qual estudei! Fiz duas faculdades PRESENCIAIS: Letras e Pedagogia. Depois não parei no tempo! Continuei fazendo cursos de atualização e de pós graduação, além, é claro, de cursos de formação em serviço, os quais não tinham certificado. Fiz duas pós graduações: uma em Gestão Educacional, voltada para a escola; Gestão da Rede Pública, voltada para a Supervisão de sistema.
Além dos cursos e formações em serviço, nas funções que desempenhei e desempenho sempre a leitura fez parte integrante do meu cotidiano!
Esta é a primeira “dica”: ler muito! Se quiser saber mais a respeito da relevância da leitura, pode acessar outras postagens, aqui no blog mesmo, que trataram do assunto. Pode pesquisar, no campo para isto, e digite “leitura”, que sairá uma lista dos textos disponíveis.
Você começou esta leitura pensando, que eu iria fazer uma lista das 10 dicas para concurseiros? Das 100 melhores dicas para concurseiros?
Não. Isto tudo já existe!
Se você pensa que fazendo estudos pontuais de determinados assuntos terá excelentes resultados... até pode ser se você tiver uma excelente memória!
A ferramenta principal para adquirir e compreender novos conhecimentos é ter uma leitura fluente e um bom repertório vocabular, pois a leitura e interpretação de textos é imprescindível para a vida, e também para ir bem em concursos!
Tenha como hábito, ao fazer as leituras, consultar as dúvidas que tiver, em relação ao significado de determinada palavra, em um dicionário ou em um aplicativo. Existem vários aplicativos, um deles se chama “sinônimos”. Antes de consultar o significado tente entender o significado pelo contexto, pelo “geral do texto”, se não conseguir entender, aí sim vá para o dicionário ou aplicativo.
Além da leitura, dos estudos específicos para o concurso, os conhecimentos, que você adquiriu no decorrer de sua vida acadêmica, são importantíssimos, pois estes poderão ser resgatados e aprofundados para o concurso, que você pretende prestar!
Juntando tudo isto, também é importante a maneira como você fará sua prova! Controlar o tempo dedicado às questões. Como? Se sabe a resposta, ótimo, se não sabe, coloque um símbolo ao lado desta questão, passe para a próxima, talvez durante a leitura das demais encontre a resposta, que necessita ou então, caso não encontre, ainda sobrará tempo para retornar a ela, relê-la e mudar de alternativa, se for o caso.

“Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre.”
Paulo Freire

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