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Mostrando postagens de Janeiro, 2021

"As estações" e a live do livro

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Dizem que na vida a gente precisa realizar três coisas “Plantar uma árvore. Fazer um filho. Escrever um livro.” Não sei se o Prof. Gérson plantou uma árvore, mas acredito que tenha feito, pois como ele narra em uma de suas crônicas, do livro “As Estações”, teve origem na roça, assim tem, acredito, um amor especial à natureza. Ele realizou o segundo item da pequenina, e importantíssima lista, tem três filhos, cujo amor incondicional externou ontem na live de lançamento do livro. Claro, vocês, leitores, já estão sabendo, que ela lançou ontem o livro de crônicas “As estações”.  Na live foram abordadas, pelo editor, algumas características das crônicas: são autobiográficas, conversam entre si, emocionam, tratam de momentos tristes, felizes. Também conversam com a religiosidade, afinal o autor   é pastor dedicado da Igreja Presbiteriana. O próprio autor, na live, explicou o porquê do título da obra. Foi pensado justamente pela similaridade das estações do ano com as fases da vida,

Aprendi a praticar sustentabilidade com meus Pais!

Todos os anos a mídia faz reportagens no início do ano sobre a compra de materiais escolares, dicas de como reduzir os custos com a compra destes materiais. Neste ano, isto também ocorreu! Assisti uma destas reportagens! Entre outras coisas mostrou uma diretora de escola particular, que fala, empoladamente, que a própria escola orienta os pais a reutilizarem os materiais, porque preza a #sustentabilidade. Na mesma reportagem mostrou um grupo de mães/pais/responsáveis, que se organizam no início do ano para realizar trocas de materiais, em especial livros didáticos e apostilas, claro, visando diminuir gastos. Vejo estas reportagens e lembro, claro, de histórias vividas pela nossa família! Penso nos   meus pais, quase sem estudos, meu pai estudou, acho, até o segundo ano primário. Minha mãe nunca estudou em escola formal. Mesmo assim praticavam a sustentabilidade, mesmo sem saber que o faziam, pois naquela época este termo nem existia! Éramos em quatro irmãos, com idades muito pr

Grande Mestra - Escola "Pinheirinho"

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No prédio onde trabalho há duas fotos, em um único quadro, que são muito significativas para a História do prédio, memória, bem como história das pessoas, que ao longo da existência deste prédio, por aqui estiveram dias a fio, vivendo suas vidas como alunos ou como docentes ou como funcionários. Sempre que passo no corredor, onde fica este quadro, vejo tal foto. Algumas vezes paro e me detenho a olhá-las e observar detalhes, que antes não tinha observado. Recentemente passava por este local com outra colega de trabalho e paramos em frente ao quadro. Ficamos por algum tempo ambas observando. Depois de alguns minutos, ou segundos observando, fizemos alguns comentários sobre a turma de alunos e alunas, que está na segunda fotografia. Estão alguns sentados, outros em pé, como era tradicional, ao lado deles, a Mestra Maria de Lourdes Villas Boas Ferrari. A turma retratada era composta de meninos. Na época os alunos e alunas eram separados em turmas compostas só de meninos ou só de menin

10 ANOS DE SUPERVISÃO DE ENSINO: muito aprendizado!

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  Há dez anos e alguns meses eu chegava à Supervisão de Ensino. Após ter realizado uma inscrição e me candidatado em um processo, que ocorria anualmente. Fiz minha inscrição sem ter muita certeza se iria ou não. Havia atuado em uma Diretoria de Ensino, mas em trabalho essencialmente pedagógico, onde atuei por cerca de treze anos com formação de professores. Na ocasião de minha inscrição fui atendida por uma ex-supervisora, a Clothildes Zuccari, que perguntou se eu pretendia ir para a Supervisão ou não. Diante da minha hesitação, que externei, ouvi dela que “Devia ir sim. Que ela e todos me auxiliariam no que fosse preciso!”. Esta fala da “Clô” foi decisiva para mim. Realmente assim foi. Fui, sem saber quase nada, pois era um setor diferente das experiências, que tinha tido até então. Com uma burocracia diferente, com rotinas de trabalho diferentes.  Tive sorte, pois era um período um pouco mais tranquilo, no qual, mesmo com muito trabalho, conseguíamos fazer as visitas escolares em dup

Balanço de final de ano

  O ano está quase acabando e, apesar da pandemia, da quarentena, de todos os problemas, que todos vivenciamos, o que realizamos? Tivemos momentos felizes? Quais foram e como foram? Realizamos aqueles planos, que pensamos, no ano anterior, para realizar em 2.020? Realizamos algo, que queríamos fazer há muito tempo? O que realizamos, que só ocorreu devido, exatamente, à quarentena imposta pela pandemia? Você já parou para fazer esta retrospectiva de sua vida? Hoje estou pensando nisto! Alguns momentos felizes registrei, em fotos, e em breves textos, que guardei no meu receptáculo de coisas boas, de bons momentos. Ele é um vidro decorado, que fica em minha estante, e recebe estes papeizinhos dobrados, os quais pretendo retomar ao final do ano e em anos posteriores também. Esta cápsula de bons momentos não foi ideia minha. Li ou vi na internet ou na TV no início de 2019. Utilizei-o para registrar momentos felizes! Não os reli ainda, mas estão ali, registrados, guardados, alé