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João Delfiol Construções

João Delfiol Construções

Imagine

Imagine-se trabalhando em uma grande empresa. Bom, não é? Grande, com muita gente trabalhando. Pessoas capazes, muitos técnicos, chefes planejando o cotidiano da empresa e de seus funcionários para que tudo ocorra bem. Para que seus processos se realizem de forma eficiente e eficaz. Vamos continuar imaginando? Então imaginem que o chefe maior, o executivo máximo desta empresa, não tem formação específica na área de atuação da empresa. Esqueci de dizer! A empresa em questão atua com algo muito específico, uma única área de atuação. Não produz diversos produtos para abastecer o mercado. Trabalha com um “produto”, cujos resultados dos investimentos virão a longo prazo. Ainda falando do chefe maior da empresa. Imaginem também, que ele veio de outra empresa, que atuava também com algo muito específico, mas que nada, ou quase nada, tinha em comum com a empresa, onde ele foi trabalhar. Recebeu um convite e... foi! Imaginemos também, que esta instituição tem outras filiais distribuída...

Fugacidade da vida - singela homenagem ao Prof. Elvair Grossi

Nos últimos tempos tenho pensado muito na fugacidade da vida. No quanto corremos atrás do tempo para realizar as inúmeras atividades profissionais, acadêmicas, pessoais, bem como no quanto muitas vezes questionamos a utilização deste tempo, no qual priorizamos estes compromissos em detrimento de outros. Que outros? Uma visita a um amigo, que mora em outra cidade, por exemplo. Um telefonema para um irmão, sobrinho, sobrinha, tio, primo, prima. Sim, telefonema. Além das palavras a voz, a fala é nosso diferencial. Foram milhares de anos de evolução para formularmos a linguagem, a fala. Atualmente optamos por escrever, como estou fazendo agora, mandar e-mail, mandar uma mensagem pelo whatsapp, do que falar com a pessoa. Por que estou tratando disto? Porque chega uma época, que eu não queria que chegasse, quando os tios que nos viram crescer, se vão, morrem, nunca mais os veremos e nem ouviremos suas risadas, seus conselhos, nem ganharemos um abraço. Nesta mesma época, ou pouco tem...

Paisagem onírica

Desço a Serra. Aquela Serra, que antes era apenas uma Serra vista de um carro em movimento, em uma foto antiga. Tirada com uma analógica. Hoje desci novamente. Como tantas outras vezes. Hoje, tempo úmido, vento frio, neblina forte, chuva, tímidos raios de sol. Assim mesmo! Esta alternância e confusão de temperaturas ao mesmo tempo. À noite choveu em toda a região! Vejo as cenas passando rapidamente pelo para-brisas. Rodovia tranquila. Pouquíssimos carros. Caminhão apenas um ou dois. A paisagem estava especialmente bela! Em alguns trechos parecia, que estava em Londres, tal a neblina que embotava minha visão, por segundos, minutos. O verde que corria a minha esquerda, a minha direita e a minha frente era outro verde. Não mais aquele verde opaco, amarelado, sem graça do tempo seco. O verde agora, quase um verde musgo, em nuances diversas, em texturas mil, ia se descortinando diante de mim. Aqui uma grande plantação de eucaliptos plantados milimetricamente distanciados um do ...

A aquisição da linguagem e a interação social

Há algum tempo escrevi um texto, que postei aqui, falando sobre a aquisição da leitura, citando como exemplos minhas sobrinhas. Não sou o Piaget, mas gosto de observar as crianças, em especial, nos primeiros anos de vida. Aproveito os momentos com meus sobrinhos, nos quais vivencio suas aprendizagens, observo o como aprendem. Cada ser humano aprende de formas distintas e com ritmos também distintos. Recentemente, inquieta com a “demora” de uma sobrinha começar a falar, pesquisei um pouco sobre o assunto para acalmar e sanar as dúvidas, que eu tinha sobre o assunto. Há poucos dias tive a oportunidade de observar um de meus sobrinhos, cuja idade é próxima dos dois anos, que fala poucas palavras, muitas que não entendemos, mas que utiliza um método interessante de aprendizado. Ele gosta muito dos DVDs de música, o Palavra Cantada, que tem músicas infantis, com letras simples e visual bem colorido, com pessoas e animações também. Quando ele quer assistir este DVD tenta falar o nom...

Crise e atendimento ao cliente

Tem algumas coisas que vejo, observo, no comércio, que me deixam irritada. Sei que a economia está vivendo um momento difícil, mas se os comerciantes não primarem pelo bom atendimento aos seus clientes, muitos não sobreviverão. Claro que tem outros fatores envolvidos, mas o bom atendimento faz toda diferença. No final de semana, no sábado, após fazer umas compras, poucas, fui tomar um lanche em um café, no último andar do mesmo prédio, onde fiz parte das compras. O espaço é legal, amplo, tem uns bolos confeitados, salgados, café, tapioca, sucos. Qual o problema? Somente uma funcionária para atender os clientes. Por mais que ela tente atender bem, ela tenta, tudo tem uma limitação. A gente acaba esperando muito mais tempo, do que gostaria. Precisa esperar, mesmo tendo chegado antes, que ela atenda outros clientes menos “pacientes”. A atendente super atenciosa, educada, mas o tempo que ficamos esperando ela tirar o café, fazer o suco, receber o dinheiro, apresentar os produtos, atende...

Perguntas...

Lemos certas opiniões na internet, que nos fazem questionar, o quanto aquela pessoa tem isenção para falar, publicar certas coisas que pensa. Sabe aquela situação? Faça o que eu digo, não faça o que eu faço? Como alguém pode se arvorar a falar, que o povo está mal acostumado, que vive cada vez exigindo mais e mais do Estado, querendo viver unicamente às custas dele? Que o Estado deveria oferecer o mínimo (como se isto já não fosse feito)? Uso o termo Estado aqui, não indicando este ou aquele Estado da Federação, mas como deve ser entendido, como uma das definições trazidas no dicionário Michaellis “Nação politicamente organizada por leis próprias.” Desta definição clara, mas cheia de conteúdo, já podemos tirar algo, que regula as ações de todos dentro do País, da Nação (ou ao menos deveria): as leis. Como é sabido, por todos, em especial por todos os funcionários públicos, seja de qual Estado for, em 1988 tivemos a publicação da nova carta magna do Brasil, que traz as conc...

Iluminação na fotografia

Esta semana, mais uma vez participei de uma oficina do Projeto Pontos MIS. O foco desta vez foi tratar sobre o papel da iluminação na fotografia. Neste texto vou abordar alguns aspectos da oficina, que contribuíram para o aprendizado dos conceitos explicados pela Prof.ª Bete Savioli. Primeiro, claro, a Professora, que é excelente especialista no assunto, trabalha na área. Professora de fotografia na USP, câmpus Maria Antonia. Trabalha com fotografia profissionalmente. Segundo aspecto, ainda relacionado à docente, uma aula preparada com materiais visuais, que foram complementados com as explicações dela, que ampliavam a apresentação dos conceitos, bem como com a participação dos alunos. Um terceiro aspecto, que contribui para o sucesso e aproveitamento dos alunos, é que todos estavam lá, porque gostam e se interessam por fotografia! Não pensem vocês que todos tinham mesmo nível de conhecimento, nem a mesma idade. Em geral, por serem oficinas abertas ao público, ele é sempre bem...