Pular para o conteúdo principal

Postagens

João Delfiol Construções

João Delfiol Construções

Informática e Paulo Freire

Lembro-em como se fosse hoje, quando senti a necessidade de aprender a utilizar um computador... Já faz algum tempo!!! Na escola onde eu trabalhava, na época, chegavam os primeiros computadores para uso pedagógico, um projeto piloto. Via um professor, de matemática, levando os alunos até lá. Iniciando o uso pedagógico da informática com 5 computadores!!! A partir de então observei que na mídia começaram a aparecer palavras novas, desconhecidas, a linguagem, os termos da informática: Dos, windows, excel, word, access, planilha, formatar, deletar, escanear, virus e outras tantas. Com tanta novidade, me sentia como aquele analfabeto, que mora em uma cidade grande, cheia de cartazes, outdoors, placas, tantas letras, tantos símbolos, que para ele nada significam, ou melhor, significam muito: o peso da sua ignorância. Desde então fiz alguns cursos, mas muita coisa fui aprendendo na prática. Atualmente entendo bastante de informática, mas me sinto uma iniciante quando me comparo com os adoles...
A mizade é como o diamante N ada ofusca, nem diminui seu brilho intenso D iariamente ela se R e-alimenta, ressignifica... A tos, palavras, gestos, risos, lágrimas D ocemente, silenciosamente E nche de luz nossa vida.

Ficaram velhas todas as notícias

Uma vez li em um texto, não sei se poema ou prosa, alguém que diz que ficaram velhas todas as notícias. Ultimamente quando assisto à televisão tenho essa nítida impressão, pois entra ano sai ano, as notícias se repetem... Quais notícias? Vamos a elas. Ouvir que mais uma mãe abandonou seu filho em um carro, ou que o abandonou logo após o parto, ainda com o cordão umbilical, em uma porta de residência, ou na Lagoa da Pampulha. Ver mais uma vez as notícias de corrupção na polícia, mesmo mostrando o outro lado, o da polícia, que investiga e prende a própria polícia. Vejam que paradoxo!!! Ver novamente que há esse ou aquele preso perigoso comandando suas atividades direto da prisão. Assistir mais uma vez outra reportagem falando do trabalho escravo em regiões como norte, nordeste. Mais uma vez vai até lá um órgão ligado ao trabalho, que fica estupefato com isso! E pergunto: onde está a fiscalização? Outra vez assistir (agora diariamente, matinalmente...) , que o trânsito de São Paulo está u...

Sobre leituras, amigos, livros...

Hoje, após ler um texto de Marcos Kahtalian intitulado “É melhor ler Harry Potter”, que trata da curiosidade benéfica causada pelas histórias do bruxinho, devorado pelos adolescentes, que lêem 600 páginas em dois dias!, relembrei minha época de aluna. Ao contrário de algumas professoras de Ciclo I (1ª a 4ª série), que lêem livros paradidáticos diariamente para seus alunos, não tive professoras assim! Não tinha livros à mão cheia em minha casa. Não tinha biblioteca aberta aos alunos nas escolas onde estudei. Minha lembrança de biblioteca, da escola onde fiz o primário, era uma casa que vivia fechada, onde nunca tive o prazer de entrar. O único livro que conheci nessa fase, na escola, foram a cartilha e os demais livros didáticos (comunicação e expressão). Na escola onde fiz o ginásio, havia um espaço, com portas de vidro, que deixavam ver as estantes, os livros, mas também nessa época, nunca entramos nela. Nunca fomos levados até ela pelos professores, nem...

Comentários sobre escolas pernambucanas em ruínas

Ontem, assistindo ao Jornal, primeiro o da Globo, depois em outro canal, assisti à notícia sobre a interrupção das aulas das escolas pernambucanas, que literalmente caíram aos pedaços, e as que não caíram não estão em condições de receber e abrigar alunos, professores e funcionários. Em uma das reportagens foram mostradas as fotos dos telhados, que caíram porque eram sustentados em madeiras velhas e carcomidas por cupins, outras restavam paredes precaríssimas em pé, outras cobertas com telhas tipo eternit, que sabemos muito bem esquenta muito. Imaginem o clima pernambucano, aquele calor, as crianças com os seus cérebros sendo cozidos embaixo desses telhados quentes e insalubres. Outras crianças foram mostradas participando das aulas em um salão de um clube, utilizando inclusive os mesmos sanitários que os adultos utilizam durante as festas, bailes... Isso é local para um aluno assistir às aulas? Onde estão neste momento as Promotorias, os Ministérios Públicos ...

Com que roupa eu vou?

Ouvi na Tv, também li na Folha de S. Paulo Online a respeito da calorosa discussão suscitada pelo Deputado Mão Branca, ao insistir em freqüentar a Casa (Câmara Federal) usando chapéu de couro, típico de vaqueiro da região norte-nordeste. Os demais deputados começaram a se incomodar porque um vai trabalhar de chapéu de couro, o outro de bombachas... Mas... nesse dia, nos subseqüentes... não havia pauta a ser votada? Não havia a ordem do dia a ser cumprida? Os deputados federais não são os representantes do povo? Não foram eleitos por nós, eleitores? Não recebem o polpudo salário, que sai dos nossos bolsos via impostos mil? A saber: IOF, CPMF, COFINS, ICMS... isso só para citar os mais conhecidos... E falando em CPMF: não era PROVISÓRIA? Por que estão querendo torná-la "provisória" por mais alguns anos? Há quantos anos ela é Provisória? Por que os poderes não refazem suas contas, cortam as "gordurinhas" dos altos salários, das altas aposentadorias... e não refazem as ...

QUESTIONAR É VIVER!

Hoje, assistindo ao jornal, logo pela manhã, vendo as notícias políticas, analisando as falas e seus falantes, comecei a me questionar... Esses senhores que dão entrevistas, com voz firme, com sugestões e propostas de mudanças nas leis, nas vidas das pessoas, nos salários dos outros muito pouco, no salário deles (parlamentares) muito, muito, muito, muito aumento, afinal a arraia miúda (nós, pagantes de impostos) estamos aqui a trabalhar a semana toda, muitos, milhares, inclusive aos sábados e domingos (sem direito a recessos em janeiro, fevereiro, julho), sem termos o carro oficial e o combustível (pago pelos erário nacional, em outras palavras: impostos que PAGAMOS de todas as formas possíveis e imagináveis), tomamos diariamente os ônibus lotadíssimos, os trens (espanhóis) onde pessoas desmaiam sufocadas pelo calor, pela falta de espaço, pelo cheiro de "desodorante vencido"... Senhores! Tudo isso sei de experiência própria!!! Eu vi, vivi, vivo essas experiências!!!! Quando a...