Pular para o conteúdo principal

João Delfiol Construções

João Delfiol Construções

RETROSPECTIVA DO BLOG

Criado com o Padlet

Possibilidades

Hoje um amigo me perguntou se não estava mais publicando, porque não tem textos recentes no blog.
Contei a ele que ontem estava escrevendo um, quando inesperadamente meu computador travou, quando voltou a funcionar... cadê o texto? Sumiu! Não estava de jeito nenhum nos arquivos recuperados.
Você pode perguntar, por que não salvou? Por quê? Porque quando estamos escrevendo, planejando, pensando, repensando, as palavras vão fluindo, fluindo e nossos dedos parecem ter uma ligação mágica com nosso cérebro, de tal forma que o pensamento vai tomando forma, vida.
Este tomar forma é algo realmente mágico! Iniciamos um texto, podemos ter de início, um plano, uma ideia na cabeça. Quando começamos a escrevê-lo, ele vai nos mostrando a direção para onde quer ir.
Neste que você lê, talvez não enxergue esta mágica acontecendo, pois o verá acabado, formatado, concluído, diferentemente dos rascunhos, feitos à mão, dos escritores de outrora, nos quais se via o processo criativo, que se mostrava por meio de suas anotações, frases riscadas, reescritas, substituições de palavras, trechos riscados.
O computador nos trouxe possibilidades, que antes eram impensáveis! Você pode, por exemplo, ir escrevendo seu texto, salvando as diferentes versões para depois publicar a que considerar melhor. Pode também usar imagens nos seus textos, imagens gratuitas da internet, ou imagens feitas por você. Pode criar hiperlinks do seu texto para outros textos. Em português quando um texto surge a partir de outro texto, chamamos de intertextualidade. No caso do hiperlink é uma palavra, que possui um link, que direciona o leitor para outro site, outro texto, que considerar pertinente.
Você que está lendo, pode estar pensando... para onde vai este texto? Tenho caminhos possíveis, mas qual será que escolherei para concluí-lo?
Se quiser dar seu palpite, poste-o nos comentários!

Obs. Em breve publicarei a continuidade dele. Será que seu palpite estará correto? Vamos lá! Escreva-o e veremos!


Comentários

Professor Gerson disse…
Não tenho uma ideia clara sobre os caminhos que serão percorridos pela autora na conclusão deste texto. Levanto uma hipótese que me parece coerente com o que já escreveu até aqui: a cara amiga escreverá sobre a "Arte de Escrever" demonstrando que embora seja fruto da inspiração, deve-se também a transpiração, ou seja, ao trabalho árduo de reler, reescrever, editar e finalmente finalizar. Seja como for, textos são como filhos: depois de gestados, os achamos lindos e irretocáveis.

Mas, como o texto está incompleto, tal qual a história do homem que se apresentou ao sábio com um pássaro em um saco de papel, qualquer hipótese poderá ser contrariada, pois a resposta se encontra em suas mãos!

Seja como for, o texto será somente seu quando o escrever. A partir daí, o contexto dos leitores determinará qual o sentido que ele terá para a sua leitura.

É sempre um prazer ler seus textos! Obrigado por compartilhá-los!

Postagens mais visitadas deste blog

Dicas sobre provas para eliminação de matérias e ENCCEJA E ENEM

Escrevi uma postagem com dicas para concurseiros de primeira viagem, mas analisando os atendimentos diários que faço no meu trabalho, pensei em escrever outro(s) texto(s) com dicas ou orientações sobre outros assuntos, pois mesmo com tanta informação disponível, as pessoas continuam sem conhecimentos básicos, que podem ajudá-las a resolver problemas simples do seu cotidiano, que vão desde onde procurar a informação, como também onde cobrar seus direitos. Para começar esta série de textos, vou falar um pouco das provas para eliminação de matérias. As pessoas buscam muito este tipo de avaliação, na qual, desde que atinjam as médias, eliminam todo o ensino fundamental ou todo o ensino médio. Para quem pretende eliminar o ensino fundamental - Ciclo II (antigo ginásio, 5ª a 8ª série, 6º ao 9º ano atualmente) poderá fazê-lo por meio do Encceja, que é uma avaliação de eliminação de matérias, ou seja, o candidato pode ir eliminando áreas (Linguagens e Códigos, Ciências da Nat...

HISTÓRIA DE ANA ROSA

Você já ouviu a música sertaneja de Tião Carreiro e Carreirinho intitulada "Ana Rosa"? Se ouviu conhece a história dessa mulher. Se não ouviu, farei um resumo da história. Ana Rosa morava em Avaré, cidade próxima a Botucatu. Como muitas jovens de sua época casou-se cedo, pois havia se apaixonado por Francisco de Carvalho Bastos, mais conhecido como Chicuta, que era muito ciumento, por isso trazia a esposa sob constante vigilância. Homem dos idos de 1880, muito machista, começou a maltratar a mulher, tanto moral quanto fisicamente. Até que um dia a jovem esposa cansou de tanto sofrer, fugiu para Botucatu, refugiando-se em um cabaré de uma mulher chamada Fortunata Jesuína de Melo. Quando o marido chegou em casa e não encontrou a mulher, ficou cego de ciúmes, procurou-a por todos os lados, até que soube que ela havia fugido e para onde havia ido. Mais do que depressa ele se dirigiu para Botucatu, onde chegou e contratou José Antonio da Silva Costa, mais conhecido por Costinha, e...

Simplesmente se foi...

Pensar sobre nossa vida é uma constante, pois nos preocupamos com o presente, com o futuro, com o emprego, com os filhos, com pagar as contas, com nossos pais e por aí vai. Dentre estas coisas existe uma que me intriga, me deixa inquieta desde minha infância, não sei se pelo caráter definitivo dela ou pelo mistério que envolve o após dela. Tive uma experiência com ela, quando ainda era bem criança, da qual me lembro até hoje. Foi medo, causou uma febre. Peguei certo horror em viver novas experiências relativas a ela, a morte. Durante muitos e muitos anos de minha vida, quase não tive contato com a morte de pessoas conhecidas, pessoas queridas, parentes. Isto durou até a idade adulta, pro volta dos meus trinta anos. Os primeiros a morrerem, por acidentes ou doenças, foram meu pai e seus irmãos. Todos com mais de sessenta anos, setenta, oitenta, mas mesmo assim trouxeram sofrimentos e dor para todos das famílias. Recentemente tenho visto pessoas jovens, com menos de cinqüenta,...