Pular para o conteúdo principal

João Delfiol Construções

João Delfiol Construções

RETROSPECTIVA DO BLOG

Criado com o Padlet

Trânsito de interior... nem tanto!


Voltei a dirigir há um ano. Anteriormente dirigi em uma cidade de 700.000 habitantes, de trânsito complicado, muitos ônibus pra lá e pra cá, congestionamentos, muitos pedestres, claro.
Neste período dirigia pouco, ia para o curso de informática à noite no centro da cidade, deixava o carro em estacionamento pago, voltava pra casa.
Quando ia ao supermercado, ia com o marido, que ia dirigindo.
Agora que voltei a dirigir, porque quis voltar, porque senti necessidade de maior independência, bem como de poder ir e voltar aos lugares, sem ter que ficar mais de uma hora no ponto de ônibus em pé, contando os outros ônibus, ouvindo histórias da vida alheia, fofocas do bairro, etc.
Mudei, claro, de cidade, percebe-se pela rotina no ponto de ônibus e pela demora dos coletivos. Uma cidade bem menor, mas considerada de médio porte.
Aqui o trânsito é complicado em alguns horários: de manhã, no final da tarde, no horário do almoço, pois as pessoas vão almoçar em casa e voltam. Há algumas ruas, onde o tráfego é mais complicado.
Tenho observado muito o comportamento dos motoristas  ao volante, porque preciso dirigir por mim e pelos outros.
Tenho visto de tudo:
- gente que dirige falando ao celular;
- gente que não usa seta para indicar em que rua vai entrar ou onde vai estacionar, ou se está saindo do local onde ficou estacionado;
- gente que faz retorno proibido;
- andar à noite sem uma lanterna acesa, ou seja, totalmente às escuras: sem farol, sem seta, sem nada!
- estacionar em vaga de idoso (sem ser idoso).
Além destas clássicas, tem uma nova: estacionar na zona azul e não pagar o estacionamento, porque não sabia que era cobrado! Esta situação vi uma vez, logo que implantaram o sistema.
Tem uma avenida da cidade, ontem tem um semáforo em frente a um grande supermercado, abaixo do semáforo uma lombada bem larga e uma faixa de pedestres. O semáforo é acionado pelo pedestre. Adivinhem o que mais acontece neste lugar? Você sabe?
Então envie sua resposta pelo COMENTÁRIO abaixo desta postagem. Ficarei feliz em ler as participações! 

Comentários

Ynot Nosirrah disse…
Deve haver sempre alguém parando o carro sobre a faixa, como em todo lugar acontece. As cidades do interior estão mais parecidas com as capitais. Estou preparando uma postagem sobre esse tema.

Postagens mais visitadas deste blog

Dicas sobre provas para eliminação de matérias e ENCCEJA E ENEM

Escrevi uma postagem com dicas para concurseiros de primeira viagem, mas analisando os atendimentos diários que faço no meu trabalho, pensei em escrever outro(s) texto(s) com dicas ou orientações sobre outros assuntos, pois mesmo com tanta informação disponível, as pessoas continuam sem conhecimentos básicos, que podem ajudá-las a resolver problemas simples do seu cotidiano, que vão desde onde procurar a informação, como também onde cobrar seus direitos. Para começar esta série de textos, vou falar um pouco das provas para eliminação de matérias. As pessoas buscam muito este tipo de avaliação, na qual, desde que atinjam as médias, eliminam todo o ensino fundamental ou todo o ensino médio. Para quem pretende eliminar o ensino fundamental - Ciclo II (antigo ginásio, 5ª a 8ª série, 6º ao 9º ano atualmente) poderá fazê-lo por meio do Encceja, que é uma avaliação de eliminação de matérias, ou seja, o candidato pode ir eliminando áreas (Linguagens e Códigos, Ciências da Nat...

Minha vivência com o alzheimer de minha mãe

  Vivenciamos, não todos, na família a demência/Alzheimer de minha mãe. Eu, meu marido, e um dos irmãos diariamente. Os demais o sabem, presenciam nas visitas, maiores detalhes ficam sabendo por mim, meu marido, o irmão, que mora com minha mãe. Apesar de, no início da doença, bem como nos acompanhamentos regulares com a neurologista particular fui alertada que, mesmo medicada, a doença progrediria, talvez mais lentamente devido aos remédios, mas avançaria mesmo assim. Assim está acontecendo! Até uns dois anos a memória dela estava bem melhor, mas a idade é implacável! Os neurônios estão morrendo! Com eles está indo a memória dela, a recente, mas agora também as memórias passadas. O que sobrou, por enquanto, são as memórias do passado muito distante, da infância, adolescência, juventude, porém poucas, cujas histórias já nos eram bem conhecidas, agora são repetidas diariamente. Ontem ela esteve em casa, conversou comigo, foi para a cozinha conversar e ficar com meu marido, qu...

Corações gélidos!

  Aos governantes por aí, que acreditam que em qualquer época do ano, a frequência do alunado DEVE SER perto dos 100%... Caros senhores, aqui quem vos fala é alguém que se encontra com os pés, cabeça e o coração no chão da escola, que mesmo, em anos anteriores, atuando em outras funções na educação pública, nunca deixou de ter um contato frequente e regular com unidades escolares muito diversas entre si. Dito isto, vou   abordar aqui quem são os alunos da escola pública. Temos uma clientela bem variada, desde alunos de classe média até alunos menos favorecidos financeiramente. Vou falar destes últimos! Vou falar deles, porque eles, assim como eu, sabemos o que é passar muito frio! O que é ter que acender uma tampa de tambor de ferro no chão da cozinha para fazer uma fogueira e se aquecer nas madrugadas gélidas do sul do País, para só depois poder ir para a cama e tentar dormir. Também sei o que é só ter uma coberta e precisar enrolar os pés com jornal e colocá-los dent...