Pular para o conteúdo principal

João Delfiol Construções

João Delfiol Construções

Capela de São Cristóvão: uma tragédia anunciada?

 

Botucatu e região tem belas paisagens, mirantes para se apreciar as paisagens da Cuesta de diferentes pontos de vista.

Um deles é o mirante, que se localiza na Serra de Botucatu, às margens da Rodovia Marechal Rondon. É um ponto alto, onde se localiza a Capela de São Cristóvão, uma construção simples, pequena, mas que se destaca na paisagem verde e exuberante do lugar, justamente pela simplicidade e por suas paredes brancas com detalhes em azul.

Visito regularmente o local e, claro, sempre fotografo e observo como se encontra o lugar.

Aqui no blog tem matéria mais antiga falando dela, em diferentes épocas, uma delas abordou inclusive a época que a Capela “pegou” fogo.

Atualmente o lugar inspira cuidados! Deveria já estar sendo realizada alguma manutenção, uma vez que há sinais claros de uma tragédia anunciada.

Estive lá recentemente e circulando nos limites da Capela pode se ver claramente no piso: rachaduras que estão alargando; a cerca de palanquezinhos azuis está com desnível e torta; parte do piso de cimento está também com desnível acentuado. Esses sinais, segundo informações da Defesa Civil na internet, são sinais de possível deslizamento iminente.

A Capela é de responsabilidade do pároco da Igreja São Pio X localizada no Bairro COHAB I.

Não vou abordar aqui se há algo sendo feito pela Igreja Católica ou pelo poder público, porque não achei nada a esse respeito na internet.

Verifiquei diversos sites, inclusive do jornal Acontece Botucatu, falando da Capela e da beleza da paisagem do entorno.

Não encontrei, até esse momento, nenhuma postagem falando do estado do piso do lugar e das rachaduras citadas por mim e mostradas abaixo em imagens recentes.



Obs. Proibida a utilização das minhas fotografias seja por qual motivo for. Quer utilizar? Entre em contato comigo pelo meu instagram: @marydelfiol. 















Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Dicas sobre provas para eliminação de matérias e ENCCEJA E ENEM

Escrevi uma postagem com dicas para concurseiros de primeira viagem, mas analisando os atendimentos diários que faço no meu trabalho, pensei em escrever outro(s) texto(s) com dicas ou orientações sobre outros assuntos, pois mesmo com tanta informação disponível, as pessoas continuam sem conhecimentos básicos, que podem ajudá-las a resolver problemas simples do seu cotidiano, que vão desde onde procurar a informação, como também onde cobrar seus direitos. Para começar esta série de textos, vou falar um pouco das provas para eliminação de matérias. As pessoas buscam muito este tipo de avaliação, na qual, desde que atinjam as médias, eliminam todo o ensino fundamental ou todo o ensino médio. Para quem pretende eliminar o ensino fundamental - Ciclo II (antigo ginásio, 5ª a 8ª série, 6º ao 9º ano atualmente) poderá fazê-lo por meio do Encceja, que é uma avaliação de eliminação de matérias, ou seja, o candidato pode ir eliminando áreas (Linguagens e Códigos, Ciências da Nat...

Quem somos? O que somos?

Estas duas perguntas estão na alma e na mente dos seres humanos desde os primórdios da humanidade. Na atualidade somos muitas coisas... para o governo somos números (CPF, RG, CNH, Título de eleitor, PIS, conta corrente...). Para o presidente, governadores e prefeitos somos pagantes... de impostos os mais variados (a maior carga tributária está aqui!): IPVA, IPTU, ITBI, ICMS, ISS, COFINS, e tantos outros que pagamos sem saber. Para estes e senadores, deputados, vereadores somos apenas eleitores, quanto mais, melhor. Quanto mais alienados, melhor. Para os bancos somos o número da conta corrente, dos investimentos, possibilidades infinitas de nos endividar: empréstimos pré-aprovados, financiamentos, mais uma vez viramos números, os muitos números que virão nos juros por trás de cada um destes produtos. Para os convênios médicos somos números e pagantes, descartáveis, quando não mais pudermos pagar pela “qualidade” da saúde que vendem. Hoje, durante visita a uma médica, enqua...

A falácia da desburocratização pela informática no serviço público

  Vou abordar nessa postagem a propaganda da desburocratização no início da implantação da informática nas escolas públicas na rede onde atuo até esse momento. Primeiro vou contextualizar para você, leitor, de onde meus pés pisaram e pisam. Trabalho no serviço público desde 1992, arredondando e sem entrar em detalhes, quase 34 (trinta e quatro) anos. Por que falo isso? Para ninguém achar que não tenho conhecimento real, prático e histórico sobre o assunto. Na metade dos anos 1.990 acompanhei a chegada dos primeiros computadores na rede, nesse momento, para a parte administrativa e a propaganda era de “agilização de processos”. Nessa época era muito comum ficarmos vários meses sem receber salário ou recebendo parte dele por erros da secretaria do órgão local em questão. Nessa época eu iniciava a minha carreira profissional como contratada. Posteriormente, ano 2.000, me efetivei. Não imaginava que essa simples mudança de status de contratada para efetiva me traria problemas f...