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João Delfiol Construções

João Delfiol Construções

Comerciante se descontrola com cliente. Pode?

Hoje tive uma péssima experiência no comércio da cidade, onde moro. Não uma ruim, por exemplo, de ser mal atendida. Não! Muito pior!
Há cerca de dois meses meu notebook estava com problemas técnicos. Não carregava a bateria. Dirigi-me até uma loja de rua, onde meu marido, acho que até eu já havia comprado antes.
Neste primeiro momento, de compra, fui super bem atendida. Com sorriso aberto. Com explicações sobre o produto, que teria que ser encomendado. Que a empresa que fabrica seria a mesma fabricante das baterias originais, que vêm nos equipamentos novos. O comerciante em questão me explicou ainda, que a bateria tinha três meses de garantia e que, em caso de troca, só bastava levar a bateria e a nota fiscal. Após a compra não me entregaram a nota fiscal em mãos. Enviaram-na por mensagem a nota fiscal eletrônica.
Preciso registrar aqui que a mesma bateria na internet custava cento e cinquenta reais, algumas mais caras.
Na loja de rua, buscando segurança, em caso de problemas, busquei o comércio de rua!
Após dois meses e alguns testes, verifiquei que a bateria nova também não estava segurando a carga. Ela carregava até 100%, mas ao desligar o equipamento, deixá-lo sem uso, tentar retomar o uso no dia seguinte... SURPRESA! Nem ligava! Como uso pouco o equipamento, fui testando, antes de me dirigir à loja.
Fui até a loja com a bateria na embalagem original para realizar a troca. Fiz questão de falar com o dono, que foi quem me vendeu a bateria.
Relatei a ele o problema, por mais de  uma vez. Depois do relato ele me perguntou seu eu havia trazido o notebook. Respondi que não. Que se fosse fazer isto, iria fazer um backup de meus arquivos.
Após esta fala minha o “senhor” começou a falar alto comigo, esbravejar, gesticulando muito e dizendo olhando pra mim “Recebe a bateria. Vou inventar um problema para pôr no relatório!”
Neste momento estávamos na loja, eu e ele e uma jovem (caixa). Após os gritos surgiu de outra sala uma mulher, que o afastou. Ela fez uns gestos pra ele. O nervosinho saiu e foi para uma sala próxima.
A moça do caixa recebeu a bateria para troca, preencheu um “romaneio”, me deu uma cópia. Expliquei a ela que, como consumidora, tinha uma história, que já havia tido problemas em outras lojas. Isto após a moça me falar, que eu estava desconfiando da loja, que eles eram uma empresa séria. Respondi, que não estava desconfiando de ninguém, mas me precavendo, pois tenho muitos arquivos no equipamento.
Após esta conversa, o proprietário apareceu, na porta da sala, falei pra ele, que não era nada disso.
Este homem teve sorte, que eu não estava na TPM, nem brava, como fico neste tipo de questão!
Não cito o nome da loja, em respeito às outras pessoas, que trabalham lá e que foram atenciosas comigo.
Se houvesse mais algum cliente na loja e este homem tivesse feito eu passar um vexame, como fez, na frente de outros clientes iria direto para uma Delegacia de Polícia. Perderia parte de meu dia de trabalho, mas não deixaria assim.
Uma coisa posso garantir: não indico esta loja para ninguém!
Este indivíduo precisa aprender regras básicas de atendimento ao público:
- cordialidade;
- educação;
- respeito ao consumidor;
- respeito ao Código de Defesa do Consumidor.
Outra coisa. Cliente satisfeito fala bem da loja para no mínimo 10 pessoas. Cliente insatisfeito fala da loja para mais de 20 pessoas!

Mais uma dica?






Fonte da imagem: https://br.pinterest.com/pin/645844402786827820/visual-search/?x=14&y=14&w=451&h=451

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