Pular para o conteúdo principal

João Delfiol Construções

João Delfiol Construções

RETROSPECTIVA DO BLOG

Criado com o Padlet

Popularização da palavra escrita

Há muito tempo tivemos o início desta popularização com a invenção da impressão com tipos móveis por Gutenberg. Com a  invenção do tipo mecânico móvel para impressão ele desencadeou a Revolução da Imprensa, que interferiu em outros períodos históricos conhecidos, como a Renascença.
Quem já não ouviu falar que a bíblia é, até hoje, o livro mais impresso do mundo? Pois bem, qual foi o primeiro livro impresso por Gutenberg? Ela mesma. A bíblia.
Falando em impressão hoje, talvez pareça descabido, em um período no qual temos em nossas casas um computador, que armazena inúmeras informações e arquivos, conectado a ele está um periférico muito importante: a impressora.
Gutenberg viveu em uma época, onde os livros, poucos e raros, eram escritos à mão pelos escribas, que vivam em mosteiros. Era um tempo em que pouquíssimas pessoas sabiam ler e escrever.
Ainda hoje temos pessoas que não sabem ler e escrever, outras ainda, que frequentaram a Escola, mas que não atingiram o nível esperado de Letramento.
Por que estamos tratando destes assuntos aqui?
Não é segredo para ninguém, que estamos vivendo na Era da Informação. Temos inúmeras informações veiculadas nos mais diversos suportes: livros, jornais, folhetos, fanzines, revistas. Além destes também temos informações disponíveis na internet, em sites, blogs, fotologs, instagram, entre outros.
Tenho observado que estão se popularizando as revistas digitais. A primeira que tive acesso, por ter recebido uma divulgação por uma rede social foi a GAPS Magazine. Esta semana, também da mesma forma, por uma postagem de um amigo, fotógrafo de São Paulo, tive acesso a uma revista cujo fio condutor é a fotografia. Tanto uma quanto outra são edições bem cuidadas, tanto no que tange às imagens, quanto no que se refere ao texto. 
Por que estou falando nestas revistas? Por que comecei o texto falando do Gutenberg e seu invento?
Ambos estão intimamente ligados. Gutenberg e a imprensa de tipos móveis iniciou a revolução da Imprensa, permitindo a popularização da palavra escrita e impressa, como nunca tinha ocorrido antes. Com o passar do tempo jornais, revistas e livros foram se popularizando, entrando nas casas das pessoas, habitando as bibliotecas e salas de leitura das Escolas, Bibliotecas públicas, feiras de livros, como a Bienal, que divulga livros, também os oferece a preços mais acessíveis.
Agora estamos vivendo uma época, na qual a informação está sendo divulgada nos mais diversos meios, com uma rapidez impressionante, ainda por cima temos sites, aplicativos, que possibilitam a pessoas comuns, como eu e você, a oportunidade de criar e divulgar, por exemplo, por meio destas revistas digitais, acontecimentos do bairro, da Escola, de uma instituição, de um grupo de estudos, entre outras.
Quer conhecer algumas destas revistas?
GAPS Magazine – foco: Arte
Revista EVF – foco: Fotografia de Rua
Os convites foram feitos. As ideias lançadas. Boa leitura! Inspire-se! Quando for lançar a revista da sua Escola, do seu Bairro, do grupo de Jovens de sua Igreja... me envie o link, que divulgarei aqui, neste Blog.


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Dicas sobre provas para eliminação de matérias e ENCCEJA E ENEM

Escrevi uma postagem com dicas para concurseiros de primeira viagem, mas analisando os atendimentos diários que faço no meu trabalho, pensei em escrever outro(s) texto(s) com dicas ou orientações sobre outros assuntos, pois mesmo com tanta informação disponível, as pessoas continuam sem conhecimentos básicos, que podem ajudá-las a resolver problemas simples do seu cotidiano, que vão desde onde procurar a informação, como também onde cobrar seus direitos. Para começar esta série de textos, vou falar um pouco das provas para eliminação de matérias. As pessoas buscam muito este tipo de avaliação, na qual, desde que atinjam as médias, eliminam todo o ensino fundamental ou todo o ensino médio. Para quem pretende eliminar o ensino fundamental - Ciclo II (antigo ginásio, 5ª a 8ª série, 6º ao 9º ano atualmente) poderá fazê-lo por meio do Encceja, que é uma avaliação de eliminação de matérias, ou seja, o candidato pode ir eliminando áreas (Linguagens e Códigos, Ciências da Nat...

Iluminação na fotografia

Esta semana, mais uma vez participei de uma oficina do Projeto Pontos MIS. O foco desta vez foi tratar sobre o papel da iluminação na fotografia. Neste texto vou abordar alguns aspectos da oficina, que contribuíram para o aprendizado dos conceitos explicados pela Prof.ª Bete Savioli. Primeiro, claro, a Professora, que é excelente especialista no assunto, trabalha na área. Professora de fotografia na USP, câmpus Maria Antonia. Trabalha com fotografia profissionalmente. Segundo aspecto, ainda relacionado à docente, uma aula preparada com materiais visuais, que foram complementados com as explicações dela, que ampliavam a apresentação dos conceitos, bem como com a participação dos alunos. Um terceiro aspecto, que contribui para o sucesso e aproveitamento dos alunos, é que todos estavam lá, porque gostam e se interessam por fotografia! Não pensem vocês que todos tinham mesmo nível de conhecimento, nem a mesma idade. Em geral, por serem oficinas abertas ao público, ele é sempre bem...

Visita à Pinacoteca: minhas impressões

Estive novamente na Pinacoteca, visitando e revisitando obras, espaços. Fotografei peças, pessoas, luminosidades. Muitas coisas me chamaram a atenção, pois permaneci, visitando as exposições, por várias horas. Observei muito, fui registrando em imagens algumas destas coisas. As obras estão estrategicamente colocadas, em alguns casos, aproveitando a luz natural do ambiente, que é refletida por vidros, seja no teto, nas janelas, portas.  Observei o movimento das pessoas, adultos e crianças, pelos amplos espaços e a observação que faziam do que estava sendo visto. As crianças viam, paravam para observar, curtir, uma obra muito colorida, que esguicha água por vários orifícios. Esta obra colorida fica próxima ao elevador. Ela é composta de várias mulheres rechonchudas e com roupas muito coloridas. É intitulada Fonte das Nanás, 1974, da artista plástica Niki de Saint Phalle. Várias crianças paravam ao lado dela, subiam no patamar que a rodeia, ficavam com os olhinhos grudados nel...