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João Delfiol Construções

João Delfiol Construções

Mais umas palavrinhas sobre os ipês...


Recentemente escrevi um texto, que postei aqui no blog, falando da beleza dos ipês, que florescem nesta época do ano, no finzinho do outono e começo do inverno.
As árvores se renovam, perdem todas as folhas, ficam parecendo mortas, decrépitas árvores nuas e negras pelas ruas da cidade. Passam um tempo assim, despercebidas, como se tivessem desaparecido, sumido.
Sem avisar ninguém vão se cobrindo de flores. Nesta época, final de maio e começo de junho, as flores estão cobrindo os ipês rosas, cujas flores se aglomeram em fantásticos buquês redondos, cheirosos, encantadores, um prêmio para nossos olhos cansados da rotina diária, da mesmice do nosso cotidiano corrido, cheio de pressa, de urgência, sem tempo para observar a natureza se recompondo minuto a minuto, para mais tarde nos presentear com flores, frutas, pequenos insetos, uns chatos, outros inofensivos.
Quando escrevi o primeiro texto, não tinha nenhuma foto que mostrasse em toda sua beleza e majestade os ipês floridos, mas isto foi resolvido com uma caminhada pelas ruas da cidade, vagarosamente em uma preguiçosa manhã de domingo.
A minha saída fotográfica foi focada nos ipês, de todos os tamanhos, uns mais maltratados pelos homens, deixados sem parte de sua copa para preservar os fios de energia, outros sem espaço para receber árvores em suas raízes devido ao pequeno espaço deixado para elas nas calçadas, mas mesmo assim eles se mostram generosos, nos seus galhos brotam os enormes buquês de flores, cujos galhos que os sustentam são finos, frágeis, mas também são fortes, pois garantem a segurança para as flores pelo tempo que viverem, precisarem de sustentação.
Para compartilhar com vocês, além das singelas palavras que escrevi, deixo algumas imagens para ilustrá-las.




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