terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Inesquecível D. Ziná

Em nossa trajetória de vida sempre conhecemos pessoas, que nos ensinam algo. Ensinam com seus exemplos positivos e negativos também. Se formos relembrar teremos várias histórias para contar de coisas, que aprendemos com outras pessoas, que não os nossos professores das escolas.
Não vou contar muitas destas histórias nesta postagem, mas uma delas.
Quando criança íamos muito à casa de uma tia, fosse para visitá-la, para brincar com os primos, para assistir de televisão.
Próxima à casa desta tia morava uma senhora portuguesa. A distância entre as duas casas, não era muita. Havia a casa de minha tia, outra casa de madeira, que mais tarde pertenceu aos pais do Prof. João Martins, depois ficava a casa desta portuguesa. A casa não tinha um grande quintal, como as demais da rua. Era uma casa pequena, de madeira como todas as outras, naquele tempo onde as casas de alvenaria eram coisas pra gente rica.
Esta portuguesa, D. Ziná, tinha uns móveis coloniais, escuros, altos, com mármore branco. As mesas e os criados mudos tinham mármore branco!
A casa estava sempre muito arrumada e limpa! Não havia crianças para desarrumá-la, pois ela nunca se casou. Os sobrinhos dela, ao que me lembre, já eram adultos, portanto aquelas bagunças típicas de criança não existiam por ali.
Lembro-me, que algumas vezes, passávamos na casa dela. Em uma destas vezes vi um lindíssimo caminho de mesa sobre a mesa da sala! Maravilhoso!
Eu era criança, acho, mas já gostava de #crochê, pois aprendi muito cedo com minha mãe, que era hábil e caprichosa #crocheteira. Com o tempo, o trabalho, as responsabilidades, as dificuldades financeiras, ela abandonou o amor pelas agulhas e linhas.
Eu, ou minha mãe, não me lembro bem... Alguém de nós pediu uma amostra do belíssimo trabalho de crochê, que ornava a mesa da sala da D. Ziná. Ela generosamente se prontificou a fazer uma florzinha daquelas ou duas e doar para que guardássemos. Assim ela fez!
Os anos se passaram e a simpática portuguesa se mudou da cidade. Não sei para onde. Talvez tenha ido para Paranaguá, pois ela falava muito de lá e da devoção dela à Nossa Senhora do Rocio.
O tempo também passou para mim. Houve uma época de minha vida, que fazia muitos #crochês, tanto para outras pessoas, quanto para mim. Tenho algumas coisas feitas nesta época, que ornamentam minha mesa. Um destes trabalhos é um caminho de mesa, de mais de 2 metros, que fiz seguindo a amostra de D. Ziná. Fiz com linha salmão. Acredito que um branco também ficaria lindo, mas optei pelo salmão.


Por que conto esta história? 
Porque lembrei-me dela, nesta semana, ao abrir uma gaveta da cômoda e retirar o tal caminho de mesa para enfeitar minha mesa da sala de jantar para o natal.
Esta senhora me deu algo, que, acredito, ela nem se lembre, que tenha dado. Uma simples amostra de crochê! Um presente, que se transformou em algo especial, muito especial, que carrega em si a generosidade. Ela poderia ter se negado a dar a amostrinha. Poderia ter nos “enrolado” até que deixássemos para lá e não fôssemos mais na casa dela. Ela não fez isto! Generosamente ela dispôs de uma parte do tempo dela para crochetar algumas flores e nos dar para servir de amostra pra trabalhos futuros.
Não lembro de ter feito outros destes caminhos de mesa. Talvez tenha feito, mas sinceramente não lembro mais.

Das hábeis mãos de D. Ziná saíram as florzinhas de crochê e as memórias, que aqui contei para vocês. Inesquecível, D. Ziná! 

domingo, 10 de dezembro de 2017

Dica de almoço delicioso e vista incrível!

Você está na região de Botucatu passeando e quer almoçar comida caprichada? Quer ver uma bela paisagem? Quer atendimento atencioso? Uma cerveja super gelada?
Nunca falei deste restaurante aqui, mas já estive lá algumas vezes, portanto posso comentar sobre as mudanças, que vi ocorrerem neste período.
O restaurante, inicialmente, era menor, mas o atendimento já era muito bom! Final do ano passado, não sei precisar a data, eles construíram diante do prédio existente, um mirante de madeira, onde tem um espaço legal, com umas quatro mesas e guarda-sóis. Deste lugar vê-se, sem interrupções, uma paisagem de tirar o fôlego!
Hoje chegamos cedo, por volta das 11 horas, de propósito, pois assim poderíamos ficar no mirante, bem como almoçar com mais tranquilidade, pois dependendo do horário, fica lotado de motoqueiros, trilheiros, ciclistas e outros amantes de esportes diversos, que acorrem para esta região aos domingos.
O restaurante se chama “Paineira velha” e fica na rodovia municipal, que liga Pardinho à Bofete, porém somente é asfaltada no trecho, que fica em Pardinho. Depois é um trecho grande de terra batida pela Serra e sem espaço para dois carros ou mesmo para retorno... é só descida! Exige cuidado e um motorista experiente!  Não é um lugar para se aventurar, por exemplo, em dia de chuva!
Voltemos ao restaurante... os diferenciais dele: bom atendimento, comida caseira bem gostosa, um grande cuidado com a higiene dos alimentos, que ficam todos bem cobertos, evitando possíveis intrusos.
Se você chegar cedo, terá um café gostoso e bolos esperando.
Hoje o menu era arroz, feijão gordo (com torresmo, linguiça); saladas de pepino, tomate, beterraba, cenoura; carnes: frango assado, costela cozida com mandioca e linguiça frita.
Mesmo se localizando em área rural eles têm máquina para cartão de crédito e débito!
Abaixo tem um mapa, que indica em azul dois roteiros vindos de Botucatu, que levam ao centro de Pardinho. A rodovia municipal, que leva ao restaurante e à famosa Venda do Vivan, aparece no Google Maps como Rua Rio Branco, porém ela tem outro nome. Ela passa ao lado das instalações da SABESP.
Mais uma coisa, estando em Botucatu, você pode acessar Pardinho pela Rodovia Marechal Rondon, na altura do Posto Alto da Serra, ou então, pela Castelinho (Rodovia João Hipólito Martins), trevo para Pardinho (atualmente bem sinalizado) e Rodovia Pedro Bosco.

Fotos do local para você ir se preparando...






















sábado, 9 de dezembro de 2017

Photo Nature International - Sucesso consagrado já na primeira edição!

Gosto de fotografia. Gosto de sair por aí, na verdade por aqui, fotografando. Amo ver belas fotos. Belas paisagens. Fotos de pessoas. Animais. Cidades. Crianças. A fotografia me fascina! Seu poder de congelar um momento, que nunca mais se repetirá! Um momento único! A magia de registrar com a luz as mudanças nas pessoas, nas paisagens, nas cidades, nos costumes, nos rituais!
Há inúmeros concursos de fotografia, que objetivam mostrar tudo isto! Mostrar cada cena com um olhar peculiar, apurado, poético, técnico ou tudo isto junto!
No Brasil tem várias promovidos por fotoclubes!
Não tinha notícias de um concurso brasileiro, que ousasse abrir inscrições para o mundo inteiro!
O Photo Nature International em sua primeira edição ousou ser muito grande! Ousou e acertou! Promovido pela recém nascida #AJAC – Associação Jauense de Ambiente e Cultura, que congrega fotógrafos amadores, como eu, fotógrafos premiados nacional e internacionalmente como o Paulo Guerra, que aliás é o Presidente da instituição e o grande responsável pela existência deste concurso internacional.

A divulgação foi feita em sites, páginas do facebook, blogs, páginas dos fotoclubes! 
Os dias dedicados ao período de inscrições foram de grande ansiedade para todos! Os membros residentes em Jaú, maioria, e os residentes em outros municípios, pois nos comunicamos regularmente, se não diariamente, pelo nosso grupo no Messenger. Todos acompanhamentos este período com grande expectativa e comemorando com o Paulo cada nova inscrição, cada nova adesão!
Quando enfim foram encerradas as inscrições, foram fechados os números de fotógrafos inscritos e de imagens inscritas nas duas seções, ficamos todos muito felizes com os resultados! Estes números consagraram o Photo Nature International como um concurso fotográfico importantíssimo no panorama nacional e internacional!
Houve adesão de fotógrafos do Brasil, Índia, Romênia, Eslovênia, China, entre outros.
Para resumir o enorme sucesso deste primeiro #Photo #Nature #International vamos aos esperados números, que comprovam isto:
- 385 fotógrafos inscritos;
- 2862 fotos recebidas nas duas seções;
- 55 países participantes.
As fotos ganhadoras do Concurso se encontram na página do Photo Nature International, que você pode acessar clicando no link abaixo. Depois veja no topo da página em “RESULTS”.
http://photonature.ajac.org.br/
Veja cada uma e se deleite com cada belíssima imagem dos fotógrafos talentosos, que acreditaram na proposta deste concurso!
Parabéns a todos pelos resultados!

Parabéns também, a todos da #AJAC, que auxiliaram de alguma forma, para que fosse um sucesso! Parabéns especiais ao Paulo Guerra, que imaginou e batalhou incansavelmente para que o concurso fosse um sucesso! 

#ajac  #ajac   #ajac  #ajac   #ajac  #ajac  #ajac   #ajac   #ajac   #ajac  #ajac  #ajac  #ajac

domingo, 3 de dezembro de 2017

Pirambóia x Anhembi

Hoje nossa saída fotográfica foi para Pirambóia, distrito da cidade de Anhembi, esta última famosa na região pela Festa do Divino, que ocorre em  meados de maio, atrai milhares de pessoas, que acompanham o encontro das canoas e a procissão, em busca de milagres ou para agradecer as graças recebidas.
Segundo os moradores de Pirambóia este simpático distrito já foi cidade e Anhembi, distrito, em tempos passados.
Mas o que há para ver e fotografar em Pirambóia? Fomos em busca de casas antigas e de ver a Igreja Matriz, que dizem ser muito antiga. Encontramos algumas casas das décadas de 1920 e 1930. A Igreja só pudemos ver por fora, pois segundo um morador, com o qual conversei, esta se encontra em reforma há muito tempo, por este motivo as missas estão sendo celebradas no salão paroquial, que fica ao lado. Segundo este mesmo morador já foram feitas festas para arrecadar dinheiro para as obras da Matriz, mas não se sabe, o que teria sido feito do dinheiro...
Infelizmente só quem usa a Igreja são os muitos pombos e outros pássaros, que ficam nas suas laterais.
Como era muito cedo, as portas estavam trancadas e não tivemos como ver o estado do interior da Matriz. Dizem que era muito bonita!
Pirambóia, como verão em uma foto, já teve uma estação de trem da Estrada de Ferro Sorocabana, como Juquiratiba, em Conchas. Estes locais já tiveram seus tempos de glória, de muito movimento, muita gente morando e trabalhando no local, devido à estrada de ferro.
Segundo um destes sites sobre Pirambóia haveria uma rivalidade histórica entre o ex-município de Pirambóia e o atual município de Anhembi. Uma curiosidade desta rivalidade aconteceu este ano, pois o município passou a ter dois feriados da padroeira: um feriado da Padroeira da cidade de Anhembi; outro criado este ano, há pouco tempo, feriado da Padroeira de Pirambóia.
Se você quiser saber mais sobre Pirambóia e ver outras fotos, acesse o site da Prefeitura de Anhembi: http://www.anhembi.sp.gov.br/portal/cidade/3/Distrito-de-Piramboia
Se quiser saber mais sobre a Estação de Pirambóia: http://www.estacoesferroviarias.com.br/p/piramb-vel.htm


















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