quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Minhas metas para o ano que vem?

Atendendo a uma sugestão de um grande amigo, vou escrever este texto, tentando pensar em metas, ou mesmo coisas que pretendo fazer no próximo ano, assim ao final de 2011 retornarei a esta “proposta de intenções” para verificar o que realizei.


Então vamos primeiro fazer uma análise do que fiz em 2010.


- Renovei minha carteira de motorista, que estava vencida há 3 anos!


- Me acostumei um pouco mais a minha nova cidade.


- Aceitei um grande desafio profissional!


- Adiei o retorno às caminhadas ( que preguiça!)


- Adiei aquela arrumação do guarda-roupa...


- ... mas consegui me desapegar de algumas, que doei, outras ainda estou separando para doar.


- Doei um microondas usado à um rapaz humilde, coletor de recicláveis.


- Agora (na prorrogação) tomei vacinas atrasadas há anos... muitos anos.


- Aceitei o desafio de dar aulas para uma senhora, que tinha “traumas” quanto ao aprendizado da leitura e da escrita. Consegui ótimos avanços, avanços que a incentivaram, deixaram-na tão segura a ponto de aceitar o desafio de se matricular em um curso de informática e comprar um computador.


Mas e para 2011... o que farei?


TALVEZ...


- uma exposição (singela) de fotos que tirei, continuo tirando, por amor à fotografia;


- voltar à dirigir;


- comprar um carro;


- comprar um guarda-roupa novo para meu quarto;


COM CERTEZA...


- ser feliz ao lado dos meus familiares;


- manter meus vínculos de amizade;


- continuar minhas aulas com minha aluna D. J.


- manter meu blog principal atualizado regularmente;


- continuar participando de concursos literários.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Andamento das obras da praça

DSC05671
Esta é a placa que apareceu na postagem anterior, indicando o valor da obra, o tamanho da futura praça.
Aproveitei o domingo para passear e registrar o andamento das obras... Li em um jornal on line, que as obras estão demorando, porque durante o início das fundações foi encontrada água! Não é de se estranhar, pois a pouco metros da referida futura praça passa o Rio Lavapés, que neste trecho não é muito largo, nem caudaloso, assemelhando-se mais a um riacho, um riozinho.



Nesta foto, à esquerda, ainda se vê os prédios da antiga Garagem Municipal, que, segundo fontes, está sendo transferida aos poucos para outro local, porque aqui havia toda infra-estrutura necessária para o trabalho da Garagem, como também para os funcionários, como: lavador de carros, refeitório, banheiros, etc.







Aos poucos irei tirando mais fotos, que mostrarão a evolução da obra, o surgimento da Praça da Juventude. Se for como dizem os jornais, tiver tudo o que se fala, ficará ótima, mas vamos aguardar (e registrar) para ver! 

sábado, 25 de dezembro de 2010

Parque da Juventude

Desde o ano passado, se não me falha a memória, iniciou-se o Parque da Juventude, na Cohab I, em Botucatu. Digo iniciou-se porque foi quando foi aprovada a verba do Governo Federal para a construção desta praça, inclusive com a vinda do Ministro dos Esportes até a cidade para assinar os documentos junto com o Prefeito.
Onde vai ficar? O que já foi feito? Qual o croqui? Como ficará após a construção? Quanto tempo demorará?
Pretendo, com o tempo, ir respondendo a estas perguntas...
Vamos a algumas delas...
O Parque da Juventude se localizará no terreno onde ficava a Garagem Municipal, onde ainda funcionam alguns prédios desta. Nas proximidades existem vários prédios/instituições:
- a Polícia ambiental;
- o TG (ou Tiro de Guerra);
- a famosa capelinha de Anna Rosa;
- a ATFMP (acho que é isso) a Associação dos Funcionários da Prefeitura;
- um "parque infantil" com alguns brinquedos;
- um campinho de futebol.
O terreno citado, conforme mostra a foto abaixo do Google, já foi limpo. Na verdade, esta foto de satélite, como sabem, não é atualizada diariamente, portanto não está mais assim, pois as obras evoluíram um pouco.

Há um croqui (projeto) da praça, que foi divulgado na época das tratativas da construção. Saiu em um jornal da Cidade chamado Mais Botucatu. 
Tenho algumas fotos do início da construção, que estão abaixo!
  Placa da Praça onde constam: valor da obra, metragem da construção/terreno.

 À esquerda o terreno, ainda com as construções pertencentes à Garagem Municipal.

 Acima terreno com as primeiras madeiras, à direita um banheiro químico para os funcionários. À direita após o muro ainda existe um Parque infantil em meio às árvores.
Esta área lateral, larga, extensa, onde se encontra a placa, segundo moradores mais antigos, já teve um projeto de construção/duplicação da Av. Mario Barbieris, em gestão de outro prefeito, mas que nunca se concretizou, segundo dizem, porque percebeu que não seria reeleito.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Obsolescência nossa de cada dia

Há uns 15 ou 14 anos atrás eu comprava meu primeiro computador pessoal: o PC. Naquela época (olha que fala antiga!) ele vinha com imeeeeeensos 2gb de memória (HD), e uns  30 Mb ( se me lembro bem...) de memória Ram. Como custava caro comprar um  em uma loja de rua, regularizada, comprávamos computadores montados, ou seja, cujos componentes vinham separados, eram montados no Brasil. Em geral, alguém conhecia um amigo, do amigo, do amigo, que montava os computadores, que vinham com um monitor enorme, mais parecia um televisor, uma torre que tinha tão somente um leitor de disquete 31/2 ( você já viu um disquete?).
Alguns anos se passaram, fomos mudando de PC, pois ano após ano foram ficando obsoletos, antigos, ultrapassados. Só para ter uma ideia meu atual PC, também antigo, tem 160 Gb, monitor tela plana, fino, visualização muito mais clara. Nem tem leitor de disquete, apenas de dvd. É muito antigo, porque existem coisas muito mais modernas.
Mas o PC, composto de várias partes, evoluiu para o notebook, um computador menor, mais leve, fácil de carregar, que pode ser levado de um lado a outro, mas ainda mudou mais ainda, para o netbook, um computador menor, com tela de 10”, muito mais fino, mais leve, a paixão dos adolescentes, pelo tamanho, pela praticidade.
Mas ainda era pouco, recentemente vimos surgir o i-Pad, parecido com uma tela, do tamanho de um livro, fino, com tela “touch-screen”, onde a um toque de seus dedos estão os programas, os sites, livros.
Vimos surgirem programas, como o msn, skype, voip, que aproximam as pessoas, permitem às pessoas se falarem, por textos digitados, falados, se verem por meio de web cams, mesmo estando a oceanos de distância.
Contando tudo isto, quem nasceu com os dedos nos teclados leves ou levíssimos de um netbook, não viu, não conhece a máquina de escrever.
O que é isto? É um bicho? Tem no museu?
Eu tenho uma, olivetti, que comprei há alguns anos para preparar matrizes de provas para meus alunos, porque tinha os caracteres maiores, que deixavam os estênceis melhores, facilitavam a leitura.
Imagine que quando criança fazíamos um curso de seis meses ou mais para aprendermos a datilografar, a treinar a velocidade de dedos e mãos a tal ponto de digitarmos sem sequer enxergarmos as letras do teclado, tal como estou fazendo agora neste momento ao digitar o texto que você, leitor-internauta, está lendo agora. Esta capacidade, habilidade, de digitar, não, datilografar muito rápido e sem ver as letras, era muito valorizada, porque nos possibilitava datilografar mais palavras por minuto, por conseguinte render mais no trabalho, fosse uma secretária, um auxiliar administrativo.
Havia também, além das máquinas de escrever, como a da imagem ao lado, máquinas elétricas, grandonas, mas mais comuns em escritórios, mais rápidas, com a escrita mais limpa, o barulho então...
Mas pensa você, caro internauta, que só haviam máquinas grandes? Não! Existiam também as chamadas máquinas portáteis, que vinham com uma espécie de capa, que se encaixava nela para protegê-la durante o transporte.
Você que está lendo, deve estar pensando que sou uma destas senhorinhas, de cabelos brancos, que está escrevendo suas memórias... Nada disto!
Apenas resolvi falar da obsolescência nossa de cada dia, que perpassa o cotidiano de todos nós, homens e mulheres, jovens e crianças, que não nos deixa passar impunes por tantas e tão rápidas transformações.
 Se você quer  ver a história do computador em imagens, acesse esta ótima apresentação em slideshare: http://www.slideshare.net/kaguraway/evolucao-do-hardware-fotos



terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Dezembro. Que mês é este? Que nome é este?

Estamos no mês de dezembro. Mas você já parou para se perguntar porque este mês tem este nome? Vejamos: o ano tem doze meses, este mês, dezembro, é o décimo segundo. Explicou alguma coisa? E outubro? E novembro? 
Os mais atentos, muitos deles professores de Português, poderão estudar o radical da palavra, a raiz, a origem. Por exemplo, se usarmos como exemplo o mês de novembro, isolarmos o "mbro", o que sobra é o NOVE. E outubro? Não te lembra nada? Octo? Oito? Dezembro, o mês em questão, se analisarmos usando este raciocínio, teremos DEZembro, logo seria o décimo mês do ano. Mas por que o décimo se ele é o décimo segundo?
Para respondermos a esta questão teremos que voltar muito, muito tempo atrás na História. Rever a origem dos calendários, como cada um era organizado, quantos meses tinham, o porquê do nome de cada mês. Ficou curioso? Quer saber mais? Então vamos mergulhar nesta História!
Ao longo da História da Humanidade sempre houve um grande interesse em medir o tempo, contar os dias, os meses, as horas, tendo como principal influência as necessidades relacionadas à agricultura, um exemplo disto aconteceu no Egito Antigo, onde o  calendário era organizado de acordo com a variação das águas do Rio Nilo. 
Há mais de 5000 anos os Sumérios organizaram um calendário com 360 dias e 12 meses, que era "inspirado em um sistema hexadecimal que ordenava seu sistema numérico"(Site Brasil Escola). 
Na História foram muitos os calendários, até chegarmos no calendário atual: o Gregoriano, em homenagem ao Papa Gregório XIII, que, aconselhado por astrônomos, decretou, através da bula Inter gravissimas, de 24 de fevereiro, a reforma do calendário, que é o mais perfeito e utilizado até hoje, apesar de algumas deficiências como a duração variada dos meses, bem como a variação de dias trabalhados nos meses.
Para responder à questão dos nomes dos meses, que iniciou este texto, vou utilizar, abaixo um texto da Revista Mundo Estranho, cujo site fonte é: http://mundoestranho.abril.com.br/cultura/pergunta_286266.shtml , que acessei em: 14-12-2010.
"

Qual é a origem dos nomes dos meses?

alterar tamanho da fonte
diminuir tamanho da fonte
aumentar tamanho da fonte
Tudo começou na Roma Antiga, alguns séculos antes da Era Cristã. No primeiro calendário romano, estabelecido no século VII a.C., o ano tinha 304 dias e era dividido em dez meses - a contagem começava em março e terminava em dezembro. Com o passar do tempo, porém, o sistema foi criando uma defasagem porque o ano solar tem, na verdade, 365,25 dias. Na época do imperador Numa Pompílio, ainda no século VII a.C., a contagem estava 51 dias atrasada em relação ao início das estações. Pompílio criou, então, mais dois meses - janeiro e fevereiro - e o ano passou a ter 354 dias, mas não demorou para ocorrer outro desajuste. Em uma nova tentativa de acertar o calendário, o imperador Júlio César (100-44 a.C.) introduziu, em 46 a.C., o ano de 365 dias, baseado em um modelo utilizado pelos egípcios, sem alterar os nomes dos meses.
Os primeiros seis haviam sido nomeados em homenagem a deuses e festividades romanas e os seguintes, de acordo com sua ordem numérica - mas julho e agosto foram posteriormente rebatizados em homenagem a Júlio César e seu sucessor, César Augusto (63 a.C.-14 d.C.).

Matemática mística

Deuses e números batizaram as divisões do ano
JANEIRO
Homenagem a Jano, deus de duas faces, uma voltada para a frente e outra para trás. Protetor das entradas e saídas, ele era considerado também deus dos princípios e começos - como a primeira hora do dia e o primeiro mês do ano
FEVEREIRO
Referência ao festival celebrado nessa época do ano, em Roma, chamado Februália, ou Purificação - ocasião em que eram oferecidos sacrifícios aos mortos, para apaziguá-los
MARÇO
Dedicado a Marte, deus da guerra. Nesse mês - o primeiro do ano antes da reforma feita por Pompílio -, escudos sagrados eram levados pelos sacerdotes em volta da cidade, em homenagem à divindade
ABRIL
Existem duas hipóteses. A primeira diz que o nome seria uma homenagem a Afrodite, deusa do amor, a quem o mês é consagrado. A segunda afirma que ele seria derivado da palavra latina aperire, referência à abertura das flores, já que, nesse período, é primavera no hemisfério norte
MAIO
Deusa responsável pelo crescimento das plantas e mãe de Mercúrio, Maia era a divindade celebrada nessa época do ano
JUNHO
Deusa do casamento e do parto, Juno era considerada a protetora das mulheres, especialmente das esposas legítimas
JULHO
Inicialmente chamado de Quintilis, por ser o quinto mês, foi rebatizado em homenagem ao imperador Júlio César, em 44 a.C.
AGOSTO
nome original Sextilis foi substituído, em 8 d.C., para homenagear o imperador César Augusto, que reformou a estrutura de governo do Império Romano, além de somar a ele novos territórios
SETEMBRO
nome vem do latim septem, ou sete. Esse era o sétimo mês do primeiro calendário romano, antes da reforma de Pompílio
OUTUBRO
Vem do latim octo, ou oito. Era o oitavo mês antes da reforma de Pompílio
NOVEMBRO
Vem do latim novem
DEZEMBRO
Vem do latim decem, ou dez. Era o décimo e último mês do primeiro calendário romano"

domingo, 5 de dezembro de 2010

Informática e inclusão digital

Trabalhei muitos anos na Grande São Paulo. Vivi muitos anos lá também. Nos últimos anos vimos uma crescente utilização da Informática, a popularização dos computadores, da internet, ao acesso à web. Em geral, a maioria das pessoas de nossas relações, professores, diretores, coordenadores usando o PC para realizar atividades profissionais, para seu lazer, enfim se apropriaram destas tecnologias.
Vimos também a facilidade do acesso, mesmo para quem não tem o computador em casa, nas lan louses espalhadas nos centros da cidade e nos bairros mais afastados. Nos shoppings há cartazes avisando a possibilidade de acesso à internet gratuitamente, bastando para isto portar um notebook ou um netbook (computador portátil de dimensões bem menores do que o notebook) com sistema wirelless (rede de internet sem fio).
Saímos da Grande São Paulo, mudamos para uma cidade do interior, de médio porte, uma das maiores de sua região. Imaginávamos que aqui a informática e seus recursos também estivessem popularizados, mais disseminados entre a população. Ledo engano!
Já percebemos nas escolas esta nova realidade! São poucos os professores que têm intimidade com o computador, mesmo havendo o equipamento à disposição deles, com conexão à internet, enviado às escolas em 2007/8 em um programa governamental.
Somente isto já nos daria um indicador...
E entre a população mais carente? Como estaria este acesso?
Aqui ainda são muito populares outros meios de comunicação, que atingem esta faixa da população.
É comum vermos pelas ruas um carro de som, que comunica aos moradores o falecimento de alguém, local do velório, convidando conhecidos para a cerimônia.
Isto me lembrou muito a cidade de minha infância e juventude, onde este tipo de informação era veiculada em um sistema de alto-falantes instalado na avenida principal, mais tarde passou a ser feita pela pequena Rádio.
O rádio... este aqui ainda é muito popular, tanto que quando as pessoas querem reclamar, chamar a atenção para algum problema na sua rua, no seu bairro, vão até uma das poucas rádios existentes aqui, “colocam a boca no trombone!”
Quando uma instituição, escola, igreja, prefeitura, quer também informar a maioria dos habitantes, utiliza os microfones de uma delas, porque com certeza o público alvo, sem acesso à net, vai ouvir, vai receber a informação.
Bem... a internet popularizada? O PC freqüentando o cotidiano como faz a televisão?
Meus caros, ainda não é realidade aqui! A inclusão digital tão falada pela mídia está longe de acontecer!  

Postagem em destaque

O QUE FAZ UM SUPERVISOR DE ENSINO?

Recentemente após certa postagem no facebook, duas respostas em tom de gracejo, me deixaram extremamente irritada! Ambas davam a entende...

Você também poderá gostar de...

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...