Pular para o conteúdo principal

João Delfiol Construções

João Delfiol Construções

Meu visitante diário: um lindo beija-flor







Moro em uma pequena casa, mas com um quintal enorme, com algumas hortaliças, legumes plantados: mandioca, abóbora, coentro, cebolinha. Um pé de goiaba, que caiu com uma chuva muito forte, mas que continua vivo, pois a maior parte do caule e a copa estão unidos ao que sobrou do caule e as raízes por uma faixa de caule, ou seja, ele se nutre ainda, por isso está caído, mas com suas folhas muito verdes, cheio de brotos!
Além dessas plantas, há também algumas árvores,cujos nomes não sei, mas que dão flores, mantém a visita constante de passarinhos, que ora fazem ninho, ora pousam nos galhos, cantam, namoram. Um desses passarinhos é um beija-flor, grande, comparado aos menores que tenho visto, que está aqui diariamente, antes vinha, bebia água com açúcar, ia embora, voltava novamente no final da tarde.
Esse visitante, livre, agora é praticamente um hóspede, porque está todos os dias bem cedo por aqui, vem bebe sua aguinha doce, senta-se em uma árvorezinha próxima, canta, limpa as asinhas, o biquinho, canta de novo, quando novamente sente fome, não se faz de rogado, voa o "bebedouro" com água doce, senta-se e bebe água calmamente.
Parece brincadeira? Não é.
Ele ainda é arredio, afinal é preciso preservar a espécie, o instinto de sobrevivência fala mais alto. Mas nunca tinha visto um passarinho desses, estar na mesma casa todos os dias, permanecer o dia todo sentadinho em um galho de árvore, saindo apenas para tomar o meladinho ou dando rápidos sobrevoos quando se assusta, mas sempre voltando a pousar no seu lugar predileto.

Comentários

Anônimo disse…
Oi Del,

Adorei, muito bom.
Continue sim!!!!

Beijo no coração

Sônia

Postagens mais visitadas deste blog

Dicas sobre provas para eliminação de matérias e ENCCEJA E ENEM

Escrevi uma postagem com dicas para concurseiros de primeira viagem, mas analisando os atendimentos diários que faço no meu trabalho, pensei em escrever outro(s) texto(s) com dicas ou orientações sobre outros assuntos, pois mesmo com tanta informação disponível, as pessoas continuam sem conhecimentos básicos, que podem ajudá-las a resolver problemas simples do seu cotidiano, que vão desde onde procurar a informação, como também onde cobrar seus direitos. Para começar esta série de textos, vou falar um pouco das provas para eliminação de matérias. As pessoas buscam muito este tipo de avaliação, na qual, desde que atinjam as médias, eliminam todo o ensino fundamental ou todo o ensino médio. Para quem pretende eliminar o ensino fundamental - Ciclo II (antigo ginásio, 5ª a 8ª série, 6º ao 9º ano atualmente) poderá fazê-lo por meio do Encceja, que é uma avaliação de eliminação de matérias, ou seja, o candidato pode ir eliminando áreas (Linguagens e Códigos, Ciências da Nat...

Quem somos? O que somos?

Estas duas perguntas estão na alma e na mente dos seres humanos desde os primórdios da humanidade. Na atualidade somos muitas coisas... para o governo somos números (CPF, RG, CNH, Título de eleitor, PIS, conta corrente...). Para o presidente, governadores e prefeitos somos pagantes... de impostos os mais variados (a maior carga tributária está aqui!): IPVA, IPTU, ITBI, ICMS, ISS, COFINS, e tantos outros que pagamos sem saber. Para estes e senadores, deputados, vereadores somos apenas eleitores, quanto mais, melhor. Quanto mais alienados, melhor. Para os bancos somos o número da conta corrente, dos investimentos, possibilidades infinitas de nos endividar: empréstimos pré-aprovados, financiamentos, mais uma vez viramos números, os muitos números que virão nos juros por trás de cada um destes produtos. Para os convênios médicos somos números e pagantes, descartáveis, quando não mais pudermos pagar pela “qualidade” da saúde que vendem. Hoje, durante visita a uma médica, enqua...

A falácia da desburocratização pela informática no serviço público

  Vou abordar nessa postagem a propaganda da desburocratização no início da implantação da informática nas escolas públicas na rede onde atuo até esse momento. Primeiro vou contextualizar para você, leitor, de onde meus pés pisaram e pisam. Trabalho no serviço público desde 1992, arredondando e sem entrar em detalhes, quase 34 (trinta e quatro) anos. Por que falo isso? Para ninguém achar que não tenho conhecimento real, prático e histórico sobre o assunto. Na metade dos anos 1.990 acompanhei a chegada dos primeiros computadores na rede, nesse momento, para a parte administrativa e a propaganda era de “agilização de processos”. Nessa época era muito comum ficarmos vários meses sem receber salário ou recebendo parte dele por erros da secretaria do órgão local em questão. Nessa época eu iniciava a minha carreira profissional como contratada. Posteriormente, ano 2.000, me efetivei. Não imaginava que essa simples mudança de status de contratada para efetiva me traria problemas f...