domingo, 25 de janeiro de 2015

Novidades no caminho para Cantina da Figueira - Bofete

Há algum tempo queríamos conhecer o lugar, onde se localiza a Cantina da Figueira. Ouvimos falar deste lugar, perguntei para alguns conhecidos, moradores e amigos da região de Botucatu, obtivemos umas referências do tipo “Você pega a Marechal Rondon, depois entra na rotatória rumo a Pardinho, anda cerca de X quilômetros, vire à esquerda e vá em frente.” O problema era o vire à esquerda... Em que local era este vire à esquerda? Como saber ser estávamos indo no lugar correto, se não há nada por perto, além de chácaras, sítios e muitas estradinhas de terra?
Hoje saímos para conhecer mais esta região, mas iríamos até Pardinho, na conhecida Venda do Vivan. De lá andaríamos a pé, na rodovia, vendo a paisagem, fotografando.
Logo após a rotatória da Marechal Rondon, em frente ao Posto Pontal da Serra, rumamos a Pardinho. Que surpresa tivemos logo no início, cerca de uns dois quilômetros talvez, quando encontramos o quê? PLACAS! Placas muito bem feitas indicando a cantina da Figueira. Não tivemos dúvidas! Fomos seguindo a orientação delas. Não nos perdemos, pois todo o trajeto que seguimos até a referida Cantina estava bem sinalizado.
Ao chegarmos na Cantina, fomos recebidos pela proprietária, que nos serviu um gostoso café. Em conversa ela nos informou que o responsável por estas placas é um rapaz, Juliano, que mora em Bofete. Ele é formado em Turismo e está realizando um Projeto na região, que envolve a sinalização destes locais turísticos, bem como parceria com os sitiantes, que aceitarem receber turistas, como é o caso dela.
D. Neusa, ao terminarmos nosso café, solicitou que escrevêssemos um texto em um caderno, onde os visitantes deixam suas mensagens para ela e sobre a visita. Deixamos lá uma singela mensagem, na qual registramos nossas impressões sobre esta primeira visita e a excelência com a qual fomos atendidos.
Ela também nos informou que servem almoço aos domingos; que após a colocação destas placas indicativas já obtiveram um bom resultado.
Deixo aqui meus parabéns a este rapaz, que está fazendo um belíssimo trabalho, que muito colaborará com a vida dos turistas de fora, de outras cidades mais distantes, e os turistas da região, que desejam conhecê-la melhor, mas não sabiam direito por onde e como ir.
Da Cantina pode-se até as Três Pedras, pois fica bem perto, o trajeto também está sinalizado.

Para aqueles que quiserem conhecer o lugar, deixo as referências, abaixo, bem como os contatos da Cantina da Figueira e do Turismólogo Juliano Bolonha.



AS PLACAS






A CANTINA DA FIGUEIRA 









UM POUCO DA REGIÃO










segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Leitura X redações zeradas no Enem

Há cerca de 6 anos tenho este blog, no qual, nos últimos anos, tenho feito postagens regulares sobre diversos assuntos, que recebem comentários dos leitores, elogiando, criticando ou solicitando informações. Não, não escrevi maiores informações, porque no caso em questão, são informações que estão explícitas nos textos sobre o referido assunto e nos diversos comentários respondidos anteriormente por mim.
Qual seria este assunto? Por que muitas pessoas que visitam estas postagens enviam perguntas, que poderiam ser respondidas com a leitura do próprio texto?
Tenho, se não me engano, três textos falando sobre Enem e eliminação de matérias. Eles foram escritos devido a uma necessidade, que percebi, no meu trabalho, onde muitas vezes as pessoas comparecem ou ligam para perguntar coisas, que não encontram facilmente, ou com uma linguagem mais adequada, em sites oficiais.
Recentemente, por receber perguntas, que já foram respondidas por mim, sobre este assunto, fiz um compilado de todas elas e suas respostas em uma nova postagem, objetivando com isto, que o leitor pudesse simplesmente ler as questões e as respostas, desta forma encontrar a resposta para sua pergunta. Digamos que seria uma espécie de FAQ sobre Enem e eliminação de matérias.
Esta semana recebi duas perguntas sobre este assunto, devido ao grande número de visitas, logo após a divulgação dos resultados do Enem, ocorrida na semana anterior.
Por que estou retornando a este assunto?
Porque podemos fazer dois links com outros dois temas, que abordamos em nossas conversas diárias, em especial, quando se juntam Professores conversando sobre alunos, ou ainda, quando lemos comentários de especialistas sobre leitores e leitura no Brasil.
Um destes links seria o fato de o brasileiro, em geral, ler pouco. Menos se comparado a outros países mais desenvolvidos.
O outro link seria com o fato, percebido por Docentes, que os alunos não conseguem se utilizar das inúmeras informações existentes na web, pois ao se solicitar a eles uma pesquisa, muitos simplesmente digitam o assunto no Google, em seguida, visitam a(s) primeira(s) páginas dos resultados, em seguida, copiam e colam no word, sem ao menos citar a fonte, como se o texto(?) fosse obra dele.
De posse destas duas constatações, que o brasileiro lê pouco, que o aluno não sabe pesquisar, temos os motivos pelos quais tivemos um enorme número de redações zeradas no Enem realizado em 2014.
Estas duas constatações estão interligadas. Por ler pouco o jovem não tem um vocabulário mais elaborado, por não tê-lo e também por ser imediatista, não realiza pesquisa. Copia e cola! É o jeito mais fácil de se desvencilhar da obrigação escolar, usar o tempo que sobrou para fazer outras coisas, que considera mais úteis, talvez, assistir televisão, jogar no Xbox, ficar no facebook postando conteúdos feitos por outros, ou ainda de bate papo com algum amigo, ou no whats up discutindo "como salvar o mundo”!
Se buscarmos na internet a expressão “o brasileiro lê pouco” teremos uma série infindável de textos, de diversos anos, nos quais se abordou o assunto, possíveis causas disto, as ações (?) em prol da leitura.
Se há tantos anos se discute o assunto, as causas, as propostas de solução, por que não se muda este panorama?
Segundo dados do Censo, 2013, citados pelo Jornal “O Globo”, somente 35% das escolas têm biblioteca.
Há relatos de educadores/gestores, que comprovam que, em muitas escolas, a biblioteca deixa de existir para atender a demanda, ou seja, perde-se um espaço pedagógico de imenso valor para abrir uma sala de aula, ou ainda para ser sala de reforço escolar, laboratório de informática ou outros. Não que estes espaços não sejam necessários, mas a biblioteca precisa sempre ser a “bola da vez” para ser sacrificada?
Como formar leitores sem bibliotecas e sem livros? Como está a biblioteca/sala de leitura de sua escola? Quais as atividades realizadas neste espaço visando disseminar a leitura? Com qual frequência estes acervos recebem novos livros que sejam mais atrativos ao alunado?
 Para pensarmos sobre o assunto, duas citações de Monteiro Lobato:
“Quem não lê, mau ouve, mau fala e mau vê.”
“Um país se faz com homens e livros.”

Referências dos dados sobre as Bibliotecas escolares no Brasil:

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Vamos nos engajar na luta pela Marambaia!

Há pessoas que lutam por muitas causas. Tem pessoas que vão ao exterior para defender o meio ambiente, ser voluntário por alguma causa humanitária. Não os critico, mas e as nossas causas? E as causas ambientais de nosso País? De nossa cidade? De nosso bairro? Quem vai levantar estas bandeiras?
Em Jaú, interior de São Paulo, existe uma área, próxima a rios importantes da região, ou que cortam o Estado, que está ameaçada.
Sensível a esta causa, pois é mora na cidade, além disto tem a sensibilidade no olhar, na observação, porque também é fotógrafo, e dos bons, premiado em Salões e Concursos.
Esta pessoa está utilizando seu conhecimento sobre a região, a cidade, e suas belas imagens para defender a Marambaia.
Mas o que é a Marambaia?
Segundo palavras do Paulo Guerra, em postagem no facebook, temos a definição:
MARAMBAIA, região na divisa de Jaú com Bariri e Itapuí no centro do estado de São Paulo. O local é parada e destino para migração das aves do Pantanal. Um complexo de águas, onde os córregos Olhos D' água, Pouso Alegre e Ribeirão da Prata desembocam no rio Jaú que por sua vez desemboca no rio Tietê. Um complexo, não somente pelo emaranhado das águas fluviais e sim por extensos brejos e pelas áreas de várzea que sempre se formam na época das chuvas. Este complexo depende, após o represamento, do regime das comportas da represa de Bariri. Como nos últimos anos, tivemos secas significativas, a Marambaia sofreu, e sofre, com o volume baixo de água. 
Nos dias atuais, está difícil ver as aves tipicamente pantaneiras. Fora esta situação de sazonalidade de clima, temos ainda a ocupação do solo, a pesca sem critérios, a poluição das águas e a ausência de proteção municipal e estadual para o local. 
Esta região, por suas características peculiares: rio, córregos, brejos, áreas de várzea, mata ciliar, mata de encosta e assim por diante, apresenta um número extraordinário de espécies animais. Registramos por volta de 185 espécies de aves. Muitas, se reproduzem, se alimentam, dormem e são residentes. Um verdadeiro santuário que deveria ser protegido, reverenciado e cuidado. 
A Marambaia merece um estudo mais detido pelos acadêmicos. Se estes estudos existem devem servir para proteção, conservação, preservação, restauração do local.
Paulo Guerra, Educador, Supervisor de Ensino, Fotógrafo. Está convidando todos para conhecer a Marambaia e engajar-se nesta luta ambiental.
Conheça o lugar, saiba mais, pesquise nos sites indicados abaixo, participe da comunidade e veja como ajudar!
Vamos nos engajar nesta luta ambiental. Uma luta pela defesa do meio ambiente do nosso Estado, da cidade de Jaú.
Não precisamos viajar ao exterior para defender esta ou aquela causa. Para quem quer se engajar, as causas estão ao nosso lado. Na nossa cidade, no nosso bairro.
Vamos lá!

Comunidade no Facebook para divulgar a causa:

Quer saber mais sobre a Marambaia? Visite o site, que traz muitas informações e orientações para auxiliar nesta luta:

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