terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Caros leitores, este blog ficará sem atualizações no meu período de férias, mas assim que retornar às atividades normais, retomarei as postagens, com certeza, teremos novidades!



quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Popularização da palavra escrita

Há muito tempo tivemos o início desta popularização com a invenção da impressão com tipos móveis por Gutenberg. Com a  invenção do tipo mecânico móvel para impressão ele desencadeou a Revolução da Imprensa, que interferiu em outros períodos históricos conhecidos, como a Renascença.
Quem já não ouviu falar que a bíblia é, até hoje, o livro mais impresso do mundo? Pois bem, qual foi o primeiro livro impresso por Gutenberg? Ela mesma. A bíblia.
Falando em impressão hoje, talvez pareça descabido, em um período no qual temos em nossas casas um computador, que armazena inúmeras informações e arquivos, conectado a ele está um periférico muito importante: a impressora.
Gutenberg viveu em uma época, onde os livros, poucos e raros, eram escritos à mão pelos escribas, que vivam em mosteiros. Era um tempo em que pouquíssimas pessoas sabiam ler e escrever.
Ainda hoje temos pessoas que não sabem ler e escrever, outras ainda, que frequentaram a Escola, mas que não atingiram o nível esperado de Letramento.
Por que estamos tratando destes assuntos aqui?
Não é segredo para ninguém, que estamos vivendo na Era da Informação. Temos inúmeras informações veiculadas nos mais diversos suportes: livros, jornais, folhetos, fanzines, revistas. Além destes também temos informações disponíveis na internet, em sites, blogs, fotologs, instagram, entre outros.
Tenho observado que estão se popularizando as revistas digitais. A primeira que tive acesso, por ter recebido uma divulgação por uma rede social foi a GAPS Magazine. Esta semana, também da mesma forma, por uma postagem de um amigo, fotógrafo de São Paulo, tive acesso a uma revista cujo fio condutor é a fotografia. Tanto uma quanto outra são edições bem cuidadas, tanto no que tange às imagens, quanto no que se refere ao texto. 
Por que estou falando nestas revistas? Por que comecei o texto falando do Gutenberg e seu invento?
Ambos estão intimamente ligados. Gutenberg e a imprensa de tipos móveis iniciou a revolução da Imprensa, permitindo a popularização da palavra escrita e impressa, como nunca tinha ocorrido antes. Com o passar do tempo jornais, revistas e livros foram se popularizando, entrando nas casas das pessoas, habitando as bibliotecas e salas de leitura das Escolas, Bibliotecas públicas, feiras de livros, como a Bienal, que divulga livros, também os oferece a preços mais acessíveis.
Agora estamos vivendo uma época, na qual a informação está sendo divulgada nos mais diversos meios, com uma rapidez impressionante, ainda por cima temos sites, aplicativos, que possibilitam a pessoas comuns, como eu e você, a oportunidade de criar e divulgar, por exemplo, por meio destas revistas digitais, acontecimentos do bairro, da Escola, de uma instituição, de um grupo de estudos, entre outras.
Quer conhecer algumas destas revistas?
GAPS Magazine – foco: Arte
Revista EVF – foco: Fotografia de Rua
Os convites foram feitos. As ideias lançadas. Boa leitura! Inspire-se! Quando for lançar a revista da sua Escola, do seu Bairro, do grupo de Jovens de sua Igreja... me envie o link, que divulgarei aqui, neste Blog.


sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Envelhecemos!

ENVELHECEMOS! Ouvi esta afirmação irrefutável. Ouvi esta afirmação ameaçadora. Não que nunca tivesse percebido isto, mas nosso corpo vai esquecendo uma dor, que apareceu nos joelhos no ano passado, que à custa de muita fisioterapia, se não foi curada, ao menos foi postergada, guardada.
Aquela dificuldade de subir e descer escadas, a dor intermitente, a cada passo, a cada degrau dos três grandes lances do meu local de trabalho. Subi-los e descê-los, no ano anterior, me causavam muita dor. Por vezes subia e descia mais do que uma vez por dia, mesmo quando tentava evita-los era chamada por minha superior a responder a alguma demanda, que necessitava este trajeto.
Este ano passei bem. Até há pouco tempo. Cerca de dois ou três meses uma dor insuportável no pescoço, que surgiu após uma chateação imensa no trabalho. Pensei que passaria. Não passou. Fiz acupuntura algumas vezes, mas ela amainou, porém continuou lá, incomodando. Fui ao médico, remédios, solicitação de exames.
Um dos problemas: postura. Postura que fica incorreta por diversos motivos, entre eles, trabalhar com um computador, cujo monitor fica a uma altura menor, que nos obriga a abaixar a cabeça. Cadeiras, que não abaixam a tal ponto, que fiquemos mais alinhados com o referido equipamento. Imagine estas posturas por cerca de 8 horas, quase todos os dias, ao final de quatro anos...
O que fazer? Indicação médica: fisioterapia, RPG, pilates. Exatamente nesta ordem. Começar com a fisioterapia para diminuir a dor, fazer o RPG para tentar endireitar o que entortou, fazer pilates para fortalecer músculos e nervos. Pelo Iamspe? Como se na Universidade local, não querem marcar nem exames de rotina, quanto mais estes procedimentos. Vão me mandar fazer fisioterapia em Bauru ou em Sorocaba ou em São Paulo: “Vá até um CEAMA”!
Devia se chamar “SE ODEIA”.
Mas o que mais traz o envelhecimento? Sabemos muita coisa a respeito por ouvir nossos tios, pais, mães. Mas como descobriremos?
Estou começando a descobrir. Aquela moça de anos atrás, que pedalava quilômetros por dia nas ruas da cidade natal, nem se atreve a voltar a usar a bicicleta carinhosamente guardada na edícula.
Aquela criança que se deitava, dormia de qualquer jeito, em qualquer lugar, em qualquer tipo de colchão (até de palha de milho!), sente quando o colchão começa a ficar com uma “covinha” no local, onde se deita todas as noites.
Não vou falar dos olhos, porque estes, desde os 23 anos, são auxiliados por um grande e inseparável amigo de duas pernas e duas lentes, não tão grossas, porque, ainda bem, a ciência pesquisa novos materiais, que as deixam cada vez mais leves.
Os cabelos? Tenho alguns grisalhos, que periodicamente recebem nova tintura, que além de deixá-los mais sedosos, de quebra levanta minha auto estima!
Varizes? NUNCA TIVE! Pelo contrário, a genética, neste ponto, foi generosa comigo. Tenho pernas bonitas! Pés? Também acho-os muito bonitos, afinal são magros, bem feitos, o único problema que tenho ao comprar sandálias, é que as de tirinhas sempre ficam largas.
Mulher sempre fica preocupada com os seios. Quando ficar velha vai cair. Não tenho este medo! Nunca os tive em excesso. Nem quis ter, pois tenho uma cunhada, que tem problemas para carregar o grande peso dos seus.
Para não encerrar o assunto, mas para refletir, um excerto de uma fala da escritora Lya Luft sobre a passagem do tempo:
Possivelmente o terror que em geral temos diante da passagem do tempo tem a ver com, de um lado, a consciência da nossa finitude; de outro lado, a pressão esmagadora da nossa cultura, sobretudo brasileira, bastante superficial, onde amadurecer e envelhecer é “feio”, e temos de ser sempre jovens. É preciso nadar contra essa correnteza para não sofrer com o inevitável, e até curtir as coisas boas da maturidade e da velhice.
Fonte da citação da Lya Luft:
http://g1.globo.com/pernambuco/fliporto/2014/noticia/2014/11/viver-deve-ser-avancar-diz-lya-luft-que-participa-da-abertura-da-fliporto.html

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