sábado, 20 de setembro de 2014

Você se sente bem e feliz no seu ambiente de trabalho?

Gosto de falar, aqui, de coisas que vejo, ouço, leio, assisto na TV.  Este texto tratará sobre isto. Desde um bom tempo que os assuntos da tecnologia me interessam. Acabo assistindo, sempre que posso programas que abordam a tecnologia.
Não é novidade, nem é de hoje, que as empresas buscam melhorar a vida do funcionário nas empresas. Será que todas de fato fazem isto?
Há aquelas que criam programas de qualidade de vida para seus funcionários, que trazem palestras, orientações diversas, dicas de saúde, por aí vai. Mas e na prática? Fornecem mobiliário adequado? Os móveis e equipamentos utilizados atendem normas de saúde e de ergonomia? A iluminação do ambiente é adequada? A limpeza do local é satisfatória?
Hoje, em um programa que abordava a qualidade de vida nas empresas, foi mostrada uma experiência de uma empresa de tecnologia, cujo proprietário é um jovem, cuja missão é, em outras palavras, fazer os funcionários felizes no local de trabalho. De que forma? Coisas simples. Há locais para o descanso na hora do almoço, onde cada um faz o que quer, desde ler um livro, tirar uma sonequinha, jogar videogame, fazer as unhas, uma massagem. Cada funcionário recebe uma “ajuda de custo” para deixar a sua mesa de trabalho, do jeito que gosta, com objetos e detalhes, que fazem bem ao usuário.
Os funcionários trabalham mais motivados, pois além disto, os funcionários que batem as metas da empresa, recebem como prêmio uma viagem ao exterior.
Há pesquisas que mostram que funcionários mais felizes, rendem mais, trabalham melhor, adoecem menos.

Você se sente bem e feliz no seu ambiente de trabalho? 

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Iamspe: cotas para consultas e exames de rotina... BATALHA PARA CONSEGUIR!

Não gosto de ficar criticando entidades, sejam quais forem, em especial, as públicas, pois sabemos as dificuldades enfrentadas em diversas áreas.
Mesmo pensando assim, não vou me furtar a comentar, aqui, o que passei ontem ao tentar marcar exames de rotina em certa Universidade da região onde moro.
Como servidora pública, pago, assim como milhares de outros servidores do Estado de São Paulo, o Iamspe. Este convênio é religiosamente descontado de nossos pagamentos, variando de acordo com o valor recebido. É descontado do salário do mês, férias.
Só a título de curiosidade, vou fazer as contas de um ano de pagamentos a este Instituto de (des)Assistência ao Servidor Público Estadual. Vou pegar o ano de 2013, que já terminou e desta forma, poderei calcular corretamente.
Paguei no ano passado pelo convênio exatos R$ 783, 76. O que usei deste convênio no ano anterior? Uma ou duas consultas com a ginecologista. Exames, não fiz, porque paguei, justamente para não perder dia de trabalho indo até a referida universidade, onde se vai um dia para marcar, outro dia para se fazer o exame.  
Este ano, 2014, não fiz nenhuma consulta. Agora foi a primeira, na qual a médica solicitou exames de rotina. Consegui marcar somente um. Os outros dois: uma ultrassonografia transvaginal e uma outra de mamas. Estes dois seriam marcados no mesmo lugar, da referida universidade. Resposta das atendentes deste setor, quando tentei marcar os exames:
- Só tem vaga para 2015.
- Não tem agenda aberta para 2015.
- A agenda de marcação de exames fecha em março, depois não se marcam mais exames.
- Se eu quisesse poderia procurar uma CEAMA, que só tem em Bauru ou Sorocaba.
Se para os funcionários públicos, que estão pagando pela saúde pela segunda vez, não tem exames básicos... imagine para o restante do povo. Por que pagamos pela segunda vez?
Porque primeiro pagamos todos os impostos embutidos em todos os produtos que consumimos, parte destes impostos vão para a saúde.
A segunda vez pagamos ao pagarmos o convênio, por acreditarmos que teríamos uma saúde um pouco melhor... Ledo engano!
Como conseguimos marcar exames nesta cidade? Só se estivermos dispostos, e pudermos, pagar pela terceira vez os preços cobrados pelas muitas clínicas e laboratórios particulares.
Detalhe: moramos na cidade, onde existem mais médicos por habitante do Brasil.
Mais uma ponderação. Diferença entre um convênio particular e um público?
Bem, no convênio particular você tem regras no contrato assinado por você, tem uma agência reguladora, tem a ouvidoria do convênio, que tenta resolver o seu problema.
No caso do Iamspe... reclamar para quem?

Já tentei reclamar a respeito de cotas para consultas para a Ouvidora da referida universidade. Sabe o que ela disse? Não tem o que fazer. Faltou me dizer: “Vá reclamar ao Bispo!”

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