domingo, 27 de novembro de 2011

História das cidades, memórias das pessoas

Tenho escrito alguns textos falando sobre as cidades, em especial, sobre Botucatu. Em um deles publiquei algumas fotos da cidade, de alguns prédios públicos do Centro Histórico, mas a história desta cidade está impressa em muitos outros prédios particulares, que se espalham pelas ruas próximas ao centro. Muitos com belas fachadas se encontram na Amando de Barros, outros que já foram residências, estão se transformando em comércios, sendo reformados (não restaurados) ou derrubados... Que tristeza!
Ainda não há, aparentemente, uma preocupação da sociedade local em preservar estas construções particulares, pois em alguns casos, percebe-se que são "abandonadas", passam por um processo de deterioração, logo em seguida vê-se no local máquinas derrubando o que antes era uma construção impregnada da história local, bem como das influências arquitetônicas de outras épocas, visíveis nos detalhes das fachadas, das janelas, dos telhados. Não sou especialista em arquitetura, nem em história, apenas uma pessoa que observa, registra, que conheceu histórias parecidas de outras cidades.
Residi muito tempo em uma cidade do Grande ABC, onde houve este processo, quando o poder público se deu conta, não havia muito mais o que preservar. Em outra cidade da mesma região o Poder Público, Prefeitura, com um conselho histórico montado, registrou a história das construções, tombou-as, mas em sua maioria eram prédios públicos.
Todas as cidades passam por mudanças, que acontecem por diversos motivos, entre eles: pressão imobiliária, renovação de prédios, avenidas, novas necessidades de melhorias na infra-estrutura, resgate de espaços degradados. Mas sejam quais forem as mudanças e as necessidades, não poderíamos coordená-las de tal forma a não prescindirmos de nossa memória e de nossla história?
Muitos viajam a Grécia, Roma, Paris, Lisboa e outras tantas cidades europeias justamente para ver e usufruir de monumentos históricos, em alguns casos, bairros inteiros. Se gostamos tanto da história de outros povos, porque não valorizamos a nossa própria história e o nosso próprio patrimônio histórico? 
Há algum tempo havia na TV uma propaganda que falava justamente disto. Esta peça publicitária contava com a participação da Fernanda Montenegro, que a encerrava com esta frase "Um país que não tem memória não sabe o país que é." Encerro meu texto com esta reflexão, a meu ver, bem atual. Também deixo algumas imagens das construções citadas no texto.


http://www.youtube.com/watch?v=qWT1gnatk1A



Mais imagens de prédios da cidade.

















quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Dicas sobre provas para eliminação de matérias e ENCCEJA E ENEM





Escrevi uma postagem com dicas para concurseiros de primeira viagem, mas analisando os atendimentos diários que faço no meu trabalho, pensei em escrever outro(s) texto(s) com dicas ou orientações sobre outros assuntos, pois mesmo com tanta informação disponível, as pessoas continuam sem conhecimentos básicos, que podem ajudá-las a resolver problemas simples do seu cotidiano, que vão desde onde procurar a informação, como também onde cobrar seus direitos.

Para começar esta série de textos, vou falar um pouco das provas para eliminação de matérias. As pessoas buscam muito este tipo de avaliação, na qual, desde que atinjam as médias, eliminam todo o ensino fundamental ou todo o ensino médio.

Para quem pretende eliminar o ensino fundamental - Ciclo II (antigo ginásio, 5ª a 8ª série, 6º ao 9º ano atualmente) poderá fazê-lo por meio do Encceja, que é uma avaliação de eliminação de matérias, ou seja, o candidato pode ir eliminando áreas (Linguagens e Códigos, Ciências da Natureza, Ciências Humanas, Matemática). Se prestar prova para todas as áreas, mas só for aprovado em uma, terá que fazer as demais no próximo ano, assim sucessivamente até eliminar todas. Se o candidato não estiver atualizado, poderá demorar anos! Atendi um candidato que estava há sete anos eliminando o Ciclo II! Se ele tivesse cursado um supletivo presencial teria terminado em dois anos ou um pouco mais. É preciso que o candidato avalie o que é mais interessante para ele.

Se a pessoa pretende eliminar o ensino médio, uma péssima notícia: não existe mais a eliminação de matérias para este nível. Atualmente há o ENEM, onde,no ato da inscrição, o candidato opta por usar a nota para concluir o ensino médio ou para conseguir uma bolsa de estudos pelo Pro-Uni.

Em ambos os casos as inscrições são feitas diretamente no site do Ministério da Educação, MEC: www.mec.gov.br . Ao fazer a inscrição o candidato deve anotar (e guardar) o login e a senha para acompanhar datas, resultados. Muito importante também é acessar este site, o do MEC, para se orientar sobre datas e prazos para inscrição, pois se perder em um ano, somente poderá se inscrever no próximo ano. Quando o assunto é ENEM saem matérias nos jornais, na TV e propagandas institucionais, mas sobre o Encceja não há toda esta divulgação, portanto informe-se!

Atente para o fato de que, no ENEM, se o candidato for reprovado em redação, automaticamente é reprovado na área de Linguagens e Códigos, que inclui as matérias: Língua Portuguesa, Inglês, Arte, Educação Física.

Se você quer se preparar para esta avaliações, poderá acessar o site do MEC e "baixar" para o seu computador provas de anos anteriores, com as quais poderá treinar, responder as questões, ler os temas de redação e tentar fazê-la de acordo com as orientações da prova. Se conhecer um professor de Português, poderá pedir para ler seu texto, orientá-lo para melhorar sua produção. Para fazer uma boa redação é importantíssimo que o candidato esteja atualizado, seja um bom leitor, também goste de escrever.

Mas o que é estar atualizado?

Os temas de redação normalmente tratam de assuntos da atualidade do Brasil e do Mundo, portanto procure ler jornais, revistas, podem ser jornais da internet mesmo, mas leia assuntos relacionados à política nacional e internacional, ciências. Você terá um panorama disto ao ver os temas das redações do ENEM dos anos anteriores. Há alguns sites que trazem exemplos de redações corrigidas, nas quais são comentados os principais erros e sua correção. O UOL é um deles. Acesse o site: www.uol.com.br , procure no menu lateral: educação, enem. Interessante notar, quando acessar ENEM 2011, há na página um "guia de estudos" (na barra lateral) com diversos assuntos: atualidades, banco de redações, dúvidas de português, etc.
Estude! Se prepare! Boa sorte!!!
E você, que quer fazer o Encceja (Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos) do Ciclo II, deve estar se perguntando: e eu? Onde encontro as orientações que preciso?
Primeiro é bom saber que esta avaliação não é para o aluno que está na idade certa, estudando na série correta. No site http://encceja.inep.gov.br/  há a delimitação do público-alvo "... é uma avaliação voluntária e gratuita ofertada às pessoas que não tiveram a oportunidade de concluir os estudos em idade apropriada para aferir competências, habilidades e saberes adquiridos tanto no processo escolar quanto no extra-escolar."
Neste mesmo site há também todas as informações a respeito da avaliação, materiais de estudo, provas de anos anteriores, gabaritos.
O que disse a respeito do enem, vale também para o ENCCEJA: informe-se! Acompanhe as notícias no site acima. Esta avaliação costuma acontecer no início do ano, mas não confie, fique atento!!! Ninguém irá avisá-lo a respeito de inscrição, prazos, nada!
Lembre-se vivemos a era do conhecimento!
Este texto é uma forma de ajudá-lo a procurar a informação no lugar certo!
Sucesso para você!!!


terça-feira, 15 de novembro de 2011

Reflexões de final de ano


No final do ano passado, 2010, fiz uma lista de alguns objetivos para 2011. Ou algumas metas como dizem os empresários. Até mesmo em Educação trabalhamos para cumprir metas. Atualmente a palavra de ordem é acountability, ou em outras palavras, resultados com eficiência.
Em nossa vida particular também temos objetivos, não tão rígidos, mas servem para direcionar nossas ações, nossa vida financeira, planejar o futuro.
Das metas que me coloquei em 2010, esta é uma delas: escrever e atualizar este blog periodicamente. Não o fiz diariamente, mas pelo menos uma vez por semana (ou duas) postei um texto aqui. No início foi meio difícil, porque nem sempre tinha tempo ou vontade de escrever ou mesmo um assunto, mas com o passar do tempo tornou-se um hábito, um prazer. Sentar diante do computador, pensar, refletir, digitar.
Além desta meta havia outras. Não estipulei metas muito ambiciosas, pois provavelmente não as cumpriria, justamente por serem muito ambiciosas, fora do meu alcance imediato. Foi uma forma também de não me frustrar.
Entre elas estava a determinação de voltar a dirigir. Tirei CNH em 1995 ou 96, quando comprei meu primeiro carro (usado), mas por motivos, que não vêm ao caso, parei de dirigir. Digamos que houve uma certa pressão externa. Isto me chateou, fui deixando para lá. Mais tarde fui pressionada a voltar, entretanto neste momento eu me neguei a fazê-lo para a conveniência de quem quer que fosse. Só voltaria quando EU quisesse. Na verdade, voltei por necessidade, pois mudei-me para uma cidade menor, onde o sistema de transporte público é insatisfatório. Cansei de ficar horas no ponto esperando um “busão” sob o sol escaldante, comendo poeira, perdendo compromissos, por vezes pagando para andar em pé, mal acomodada, sacolejando feito um saco de batatas.
Realizei mais este objetivo: voltar a dirigir.
Como todo brasileiro, gostaria de praticar exercícios, mas o comodismo falou mais alto. Agora preciso fazê-los para diminuir o colesterol, que está subindo, mas ainda não consegui pôr isto em prática.
Para o próximo ano não pensei bem em quais serão minhas metas. Mas algumas coisas não realizei este ano. Queria, por exemplo, recuperar o piso de madeira de minha sala (simples, não?), mas não consegui. Pensei também em comprar um guarda-roupas novo. Priorizei outras coisas.
De todas as minhas metas, tenho algumas que são prioritárias acima de tudo: ajudar minha família.
Se estou aqui, digitando este texto, usando este computador, utilizando bem a nossa Língua Portuguesa, é porque um de meus irmãos, quando eu ainda era adolescente, investiu em mim. Viu o meu desejo de estudar, pagou a minha primeira faculdade. Na época, no interior, era mais ou menos um salário mínimo por mês, fora os gastos com ônibus, apostilas.
Esta é apenas uma das coisas para ilustrar o quanto a família é importante. Além de pagar, sempre me estimulou a estudar. Além dele, há a minha mãe, a primeira a me “colocar no caminho da escola”, como ela mesma diz, a ir nas minhas reuniões de pais e mestres, a sentar conosco (comigo e meus irmãos) ao redor da mesa e acompanhar se fazíamos as tarefas. Mais que isto, apenas com um pouco de leitura e escrita (nunca estudou em escola formal), ela nos alfabetizou antes de irmos pra escola. Eu e meus irmãos mais velhos fomos para o primeiro ano primário todos alfabetizados!
Acho que esta, auxiliar minha família, meus irmãos, minha mãe, retribuindo um pouco do que fizeram por mim, é o que me deixa mais feliz! 
E você... o que faz você feliz?

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Dicas para concurseiros de primeira viagem


Tenho visto em minha rotina profissional situações insólitas de pessoas que prestaram concurso público, por desatenção ou falta de informação, perdem uma chamada para escolha de vaga, consequentemente um emprego.                   Mas o que fazer para que isto não aconteça?
Tenho algumas informações preciosas a respeito, que colocarei abaixo para ajudar estes concurseiros de primeira viagem.
Vamos a elas:
- Anote o site da instituição que fará a prova do concurso público em questão, pois precisará voltar nele diversas vezes. Se houver alguma senha restringindo o acesso, anote-a também.
- Neste site (da instituição que fará a prova) são divulgadas diversas informações a respeito do concurso: editais, listas de classificação dos candidatos, resultados de recursos.
- Além do site citado acima, informe-se sobre o diário oficial onde serão publicados os resultados em primeira mão. Se for um concurso de algum dos Estados, obviamente a publicação sairá no Diário Oficial do Estado, se for um concurso público do município, no site do Diário Oficial do Município.
- No caso do Estado de São Paulo o site do Diário Oficial é: www.imesp.com.br
Nele você encontrará informações sobre concursos diversos, para encontrá-las basta clicar no link acima, em seguida, já na página do DOE, clicar na data do dia (que quiser), depois escolher a seção EXECUTIVO I, do lado direito (na próxima página) clique na barra e escolha “EDITAIS”, em seguida a SECRETARIA para a qual são as vagas do concurso em questão. Por exemplo, se for um concurso da Secretaria da Educação, você entrará em “Editais” e escolherá a página referente à Educação.
- Procure acessar esta página (Editais, Secretaria ...) todos os dias, pois o Estado não o avisará, porque a RESPONSABILIDADE POR SE INFORMAR SOBRE AS ETAPAS DO CONCURSO É SUA!!!
- Você foi aprovado, chamado para entrega de títulos. O que são títulos?
Se o concurso que você prestou exige ensino médio, o certificado (ou histórico do ensino médio) não é um título, mas se você prestou este concurso, de nível médio, tem uma Faculdade, o diploma da faculdade é um título.
Se exige tempo de serviço no cargo X, o tempo é um título.
Em ambos os casos, é IMPORTANTÍSSIMO ler o EDITAL DO CONCURSO para informar-se sobre os títulos exigidos e os documentos necessários para a comprovação dos mesmos. Estas exigências poderão estar no COMUNICADO da convocação para entrega dos títulos.
- No edital também estarão as exigências quanto aos títulos, se serão aceitas somente cópias, se as cópias deverão ser autenticadas em cartório. Lembre-se de levar os originais de todos os documentos apresentados para dirimir possíveis dúvidas.
Seria interessante você, concurseiro, montar uma pasta com os seus documentos: certificado de conclusão de cursos (Ensino Médio, Cursos Superior), certificados de cursos de extensão, especialização (pós lato sensu, pós strictu sensu: Mestrado e Doutorado), carteira de trabalho.
É interessante você lembrar que, se o concurso divulgou as regras (edital) e você prestou-o, a partir do momento da sua inscrição aceitou-as. Não poderá alegar desconhecimento destas normas do concurso, porque foram disponibilizadas por meio de editais, comunicados.
Caso leia um destes documentos e não entenda, peça para outra pessoa fazer a leitura para você, desta forma poderá tirar suas dúvidas, comparar a sua interpretação com a do outro. Persistindo a dúvida, entre em contato com a comissão do referido concurso, responsável pela avaliação dos títulos, e pergunte!
Mais dicas importantes!!!
Ao saber dos prazos para entrega dos títulos, não deixe para o último dia esta entrega, pois se nesta data faltar algum documento haverá tempo hábil para providenciá-lo.
Sabendo das exigências do concurso, se uma delas for curso de pós lato sensu, verifique que tipo de curso é este! Não é todo curso que é lato sensu. Há cursos de aperfeiçoamento, atualização, formação, etc... etc... Há legislações que disciplinam os cursos de pós lato sensu, que orientam as universidades/faculdades sobre as exigências que elas (e os alunos) deverão cumprir para emitir estes certificados.
A este respeito, observe no edital do concurso quantas horas deverão ter os cursos de pós lato sensu, pois há concursos que colocam uma quantidade mínima de horas, se o seu certificado não atender às exigências do certame não terá pontos computados como títulos.
            À medida que for me lembrando de mais dicas, mais orientações, irei fazendo mais postagens, mas espero poder ajudar você, que está (ou pretende) prestar algum concurso público.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Publicidade e a Língua Portuguesa


Temos ouvido falar e lido muito a respeito da importância da Língua Portuguesa e do aprendizado dela para a nossa vida e a nossa carreira. Os especialistas em concursos reafirmam esta idéia, bem como salientam as exigências dos diversos concursos a respeito do domínio da língua portuguesa falada e escrita.
Temos observado também nos meios de comunicação, em geral, o quanto aumentaram erros grosseiros, que aparecem em legendas de filmes, legendas (sistema closed caption), até mesmo em propagandas isto ocorre.
Recentemente, em uma rodoviária, enquanto aguardava o ônibus, fiquei assistindo um canal, que veicula propagandas da prefeitura local, de uma cidade de médio porte do interior paulista.
A publicidade falava sobre o patrulhamento da guarda municipal, que recentemente passou a ser feito de bicicleta, pois é um meio ágil, rápido para pequenas distâncias, que dá boa mobilidade mesmo no trânsito carregado.
Mas não foi esta idéia que me chamou a atenção, sim um erro de uso da nossa Língua materna, que me fisgou, grudou meus olhos aquela frase, aquela palavra.
Se eu fosse ler o texto tal qual estava escrito, a idéia seria de que os bravos guardas municipais fariam a sua ronda embaixo das bicicletas. Seria um pouco difícil realizar o trabalho de vigilância assim!
O teor exato do texto não me lembro, mas a parte que mais me chamou a atenção era “patrulhamento sob rodas”. Sim, assim mesmo SOB.
A equipe de publicidade da empresa contratada para fazer a publicidade, certíssima do seu bom português, nem se deu ao trabalho de ir ao bom e velho dicionário. Poderia utilizar um impresso, na ausência deste, mais tradicional, ainda haveria um destes dicionários on line, que poderia ser acessado gratuitamente sem sair da agência. Mas para quê? Provavelmente nesta agência os profissionais tenham curso superior em publicidade ou marketing. Se isto é verdade, acredito que seja, mostra um pouco da qualidade da formação que se recebe nas Faculdades, entretanto acredito que a Faculdade, a escola, não tem toda a culpa, pois ao sairmos de lá, somos também responsáveis pela nossa formação, portanto se ela foi deficiente, cabe a nós melhorá-la.
Quantos erros não lemos diariamente? Para aqueles que “um risco quer dizer Francisco”, talvez não faça tanta diferença, pois o nosso cérebro realiza as correções automaticamente, fato provado quando nos dão um texto todo escrito com as letras trocadas, mesmo assim a pessoa plenamente alfabetizada, ou letrada, lê mesmo assim, sem dificuldades.
Mas e para aquele sujeito em formação? E para as crianças?
O exemplo dado, uso indevido da palavra SOB, que pode ser confundido, por um aluno do ensino fundamental, com SOBRE, jamais poderia acontecer em uma peça publicitária, que fica exposta em um local de passagem, onde as pessoas ficam sentadas assistindo aquilo, vendo o erro ser repetido várias vezes ao dia.
Publicitários do Brasil, por favor, corrijam seus textos antes de veiculá-los na mídia, seja qual for o suporte: jornal, revista, TV, internet. Tu te tornas eternamente responsável pela palavra que veiculas!

Postagem em destaque

O QUE FAZ UM SUPERVISOR DE ENSINO?

Recentemente após certa postagem no facebook, duas respostas em tom de gracejo, me deixaram extremamente irritada! Ambas davam a entende...

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